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Do crime ao divórcio: saiba o destino de casais assassinos

Por Da Redação 23 dez 2014, 07h33

Pouco mais de 14 anos após o assassinato de Manfred e Marisia Richthofen, a fila andou para Suzane e Daniel Cravinhos, que formavam um casal quando a jovem planejou a morte dos pais e ele, com a ajuda do irmão Christian, executou o crime. Meses depois de Suzane assumir o relacionamento com uma presa condenada por sequestro, conhecida como Sandrão, na Penitenciária de Tremembé, Cravinhos está de casamento marcado com a filha de uma agente penitenciária.

Assim como Suzane e Cravinhos, o amor de outros casais que foram condenados por crimes hediondos não sobreviveu ao longo período atrás das grades. Guilherme de Pádua e Paula Thomaz, condenados pelo assassinato de Daniella Perez, em 1992, também não estão mais juntos e se casaram novamente. Veja abaixo o destino de outros casais de criminosos.

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