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‘Distritão’, terremoto no México e Trump nas manchetes do dia

Câmara dos Deputados rejeita mudança no sistema eleitoral para 2018

Por Da redação 20 set 2017, 07h53

Votação na Câmara dos Deputados que rejeitou o sistema do “distritão”, novo terremoto no México e discurso do presidente americano Donald Trump na ONU estão nas manchetes dos principais jornais do país nesta quarta-feira. No plenário da Câmara, 205 deputados foram favoráveis à medida que estava sendo debatida havia meses, mas eram necessários 308 votos. O sismo próximo à capital mexicana, que matou mais de cem, é destaque do Estado de S.Paulo, enquanto o do Globo é a ameaça de Trump de ‘destruir totalmente’ a Coreia do Norte.

O Estado de S.Paulo
Deputados rejeitam sistema do distritão para eleição de 2018
Parlamentares recusaram a proposta de transição do atual sistema, chamado de proporcional, para o distritão nas eleições de 2018, quando serão eleitos deputados estaduais e federais, e de 2020, para a escolha de vereadores. Em 2022, entraria em vigor o distrital misto. Votaram contra o texto 238 deputados.

Folha de S.Paulo
Novo tremor no México causa morte e destruição
Doze dias após tremor no sul do país, um abalo de magnitude 7,1 atingiu ontem a Cidade do México e mais seis Estados. A tragédia, que deixou ao menos 149 mortos, coincidiu com o dia em que se completaram 32 anos do sismo que matou 10 mil. De acordo com o Itamaraty, não havia registro de brasileiros entre os mortos.

O Globo
Trump faz discurso belicoso na ONU e alarma o mundo
Em tom agressivo, estranho a um fórum multilateral, Trump ameaçou “destruir totalmente” a Coreia do Norte; atacou o acordo nuclear com o Irã, que classificou de “embaraço para os EUA”; e sugeriu que agirá contra o governo do venezuelano Maduro.

Valor Econômico
Mercado ignora crise se vê bolsa em escalada
Mesmo após o Ibovespa ter alcançado seu recorde histórico, analistas não só mantêm o otimismo com o desempenho da bolsa de valores como passaram a revisar seus cenários.

Correio Braziliense
“A pressão pra cima de mim só vai aumentar”
Na primeira entrevista depois de deixar o comando da Procuradoria-Geral da República, Rodrigo Janot relata os bastidores do pedido de prisão do então senador Delcídio do Amaral; a morte do ministro Teori Zavascki; a imunidade concedida ao empresário Joesley Batista; e as suspeitas de que integrantes do Ministério Público teriam feito jogo duplo e auxiliado delatores da JBS na trama que pode levar à anulação da delação premiada.

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