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Diarista confessa morte de patroa em Itanhaém (SP)

Corpo de Terezinha Barboza foi enterrado embaixo da cama em que ela dormia. Ex-namorado da vítima também foi preso suspeito de participação no crime

Por Andressa Lelli 9 out 2014, 12h12

A diarista Lucila Barros Bezerra, de 50 anos, confessou na manhã desta quinta-feira que matou a ex-patroa Terezinha Barboza, de 57 anos, por asfixiamento. A morte aconteceu após a diarista, que trabalhava na casa há cerca de dez anos, ter furtado um cheque da patroa no valor de cinco mil reais. Segundo a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) do município de Itanhaém, no litoral paulista, Lucila enterrou o corpo embaixo da cama onde Terezinha dormia.

A empregada teve prisão temporária decretada por volta das 7h30 desta quinta-feira. A polícia suspeita que o ex-namorado da vítima tenha colaborado na ocultação do cadáver. Os bombeiros demoraram cerca de uma hora para localizar o corpo da vítima, que estava enterrado embaixo da cama onde ela dormia. A suspeita recai sobre o ex-namorado de Terezinha porque ele teria ajudado a doméstica a assentar o piso do local para esconder o corpo. O homem também teve a prisão temporária decretada. Ambos deverão permanecer encarcerados por trinta dias em um presídio de Itanhaém.

Desaparecida desde agosto, o corpo aposentada só foi encontrado na noite desta terça-feira. A filha da vítima, que mora na capital paulista, alertou a polícia sobre o desaparecimento. A polícia não descarta a possibilidade de outras pessoas estarem envolvidas no crime.

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