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Deputado pede que PGR investigue uso do Alvorada para reuniões eleitorais de Lula

O petista vem utilizando o palácio para reunir a coordenação de sua pré-campanha semanalmente em Brasília

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 27 jul 2026, 15h25 | Atualizado em 27 jul 2026, 15h48
Deputado pede que PGR investigue uso do Alvorada para reuniões eleitorais de Lula Priorizar nos meus resultados Google

Na edição de VEJA que está nas bancas, o Radar mostra que o presidente Lula vem usando o Palácio da Alvorada para fazer reuniões de coordenação de sua pré-campanha.

Nesta segunda, o deputado Sanderson, do PL do Rio Grande do Sul, protocolou na PGR uma representação solicitando a instauração de procedimento investigatório para “apurar eventual utilização da estrutura da Administração Pública Federal em benefício de finalidade político-eleitoral pelo presidente da República”.

Na representação, Sanderson ressalta que a reportagem jornalística, por si só, não constitui prova definitiva de irregularidade, mas sustenta que os fatos narrados justificam a atuação do Ministério Público Federal para apurar se houve utilização de bens públicos, servidores ou da estrutura da Presidência da República em atividades de natureza político-eleitoral.

O parlamentar destaca que a Constituição Federal determina que a Administração Pública observe os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, além de resguardar a igualdade de oportunidades entre os candidatos no processo eleitoral.

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Entre os pedidos formulados por Sanderson à PGR estão o recebimento da representação como notícia de fato, a instauração do procedimento investigatório cabível, a requisição de informações à Presidência da República sobre as reuniões mencionadas na reportagem, a verificação de eventual utilização de recursos públicos, instalações oficiais e servidores, bem como a adoção das medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis caso sejam identificadas irregularidades.

Segundo o deputado, a representação não busca antecipar qualquer juízo de culpabilidade, mas assegurar que os fatos sejam apurados de forma independente, técnica e imparcial, em respeito à Constituição, à moralidade administrativa, ao patrimônio público e à lisura do processo democrático.

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