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Defesa tenta relacionar cobertura ao fim trágico

Por Da Redação 14 fev 2012, 15h12

Por Artur Rodrigues

São Paulo (AE) – No início da tarde desta terça-feira, dois jornalistas foram ouvidos como testemunhas de defesa de Lindemberg Alves, que está sendo julgado pelo assassinato da ex-namorada, Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, em outubro de 2008.

Márcio Campos e Rodrigo Hidalgo, da TV Bandeirantes, ouviram, da advogada do réu, Ana Lúcia Assad, perguntas que tentavam relacionar o fim trágico do cárcere de Eloá à cobertura da mídia.

Mas questões como “você acha que a imprensa influenciou o caso” foram indeferidas pela juíza Milena Dias, que as considerou “achismo”.

Em seu depoimento, Campos afirmou que Lindemberg parecia calmo durante o tempo que manteve a ex-namorada como refém – a única pessoa que aparentava nervosismo, disse o jornalista, era Eloá.

Ontem a advogada Ana Lúcia Assad, questionada se a cobertura teve impacto no desfecho do caso, afirmou que “todos tem corresponsabilidade, inclusive a sociedade”.

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