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Defensores da legalização ‘plantam’ maconha na praia de Copacabana

Réplicas de folhas de Cannabis sativa foram fincadas num dos mais famosos cartões postais no Rio. Objetivo é dar publicidade a julgamento no STF e à marcha da maconha, que acontecerá em maio

Por Rafael Lemos
20 abr 2012, 14h42

A praia de Copacabana amanheceu, nesta sexta-feira, com 420 réplicas da folha de maconha espetadas na areia. Trata-se de um ato promovido por defensores da legalização da droga, em protesto contra o julgamento do Recurso Extraordinário (R.E.) 635659 no Supremo Tribunal Federal (STF), que vai decidir se é constitucional o dispositivo da Lei de Tóxicos (Lei 11.343/2006) que tipifica como crime o uso de drogas para consumo próprio. O caso tem origem na argumentação da Defensoria Pública de São Paulo, baseada no inciso X do artigo 5º da Constituição Federal, que assegura o direito à intimidade e à vida privada.

O ato acontece numa data festejada pelos iniciados na cultura da maconha. Em inglês, o dia 20 de abril é escrito na forma 4/20. Uma das versões mais difundidas é a de que estudantes de uma universidade no Canadá aproveitavam o intervalo de aula às 16h20 (ou 4h20 p.m) para fumar a droga. Hoje, a combinação de números é sinônimo de consumo de maconha.

“Os organizadores começaram os trabalhos na praia às 4h20 da madrugada e permanecerão lá até às 16h20”, explica o sociólogo Renato “Cinco” Athayde, do Movimento pela Legalização da Maconha (MLM).

O ato também serve para divulgar a próxima marcha da maconha no Rio de Janeiro, agendada para 5 de maio, às 14h, no Arpoador.

“Este ano, conseguimos aumentar de 22 para 31 o número de cidades que realizarão a marcha da maconha. Aqui no Rio, a nossa expectativa é superar a marca de cinco mil participantes que alcançamos no ano passado”, afirma Athayde.

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