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Datafolha: Covas mantém-se em primeiro e Russomanno cai para quarto

O tucano manteve-se na primeira colocação das pesquisas e oscilou um ponto percentual, dentro da margem de erro

Por Da Redação Atualizado em 14 nov 2020, 20h11 - Publicado em 14 nov 2020, 18h59

No último levantamento dos institutos de pesquisa para os cenários para as eleições municipais em São Paulo, o atual prefeito e candidato pelo PSDB, Bruno Covas, segue liderando as pesquisas. De acordo com o Datafolha, o tucano aparece com 37% das intenções de voto no levantamento divulgado neste sábado, 14, véspera das eleições. O atual prefeito é seguido por Guilherme Boulos, do PSOL, que contempla 17% das manifestações a favor de sua candidatura, de acordo com o Datafolha. Em terceiro lugar, aparece Márcio França (PSB), com 14%, que ultrapassou Celso Russomanno, do Republicanos, que aparece com 13%, segundo o Datafolha. Votos em branco e nulos ou em nenhum dos candidatos somam 8% das intenções segundo o Datafolha. Os que não sabiam em quem votar ou não responderam foram 4% segundo o instituto.

Em seguida, dois candidatos aparecem empatados, segundo o Datafolha: Arthur do Val (Patriota) e Jilmar Tatto (PT) têm 5% das intenções de voto. Eles são seguidos por Joice Hasselmann (PSL) e Andrea Matarazzo (PSD), com 2% das intenções de voto. Marina Helou (Rede) e Vera Lúcia (PSTU) viram suas intenções de voto somarem 1% da população paulistana, segundo o levantamento. Levy Fidelix (PRTB), Orlando Silva (PC do B) e Antônio Carlos (PCO) não pontuaram também de acordo com o instituto. 

O instituto também realizou pesquisas que buscam mapear os eventuais cenários de um segundo turno na capital paulista. Seguindo as pesquisas, o Datafolha experimentou a presença de Bruno Covas em segundos turnos. O tucano aparece com vantagem significativa nos três cenários projetados, contra Boulos, Russomanno e França. De acordo com o instituto, Covas vence Boulos por 57% a 30%. Se Russomanno for o pleiteante contra o atual prefeito, a vantagem é ainda maior, de 63% a 21%. O Datafolha aponta ainda uma vitória de Covas por 51% ante 36% de Márcio França.

O Ibope, por sua vez, aponta Celso Russomanno e Márcio França empatados com 13%, mas com o candidato do Republicanos à frente. De acordo com o outro instituto, Covas tem 38% e também é seguido por Boulos com 16%.

  • O atual líder das pesquisas chega ao último levantamento do Datafolha consolidando o favoritismo para garantir sua participação no segundo turno das eleições. Covas viu sua intenção de votos oscilar positivamente dentro da margem de erro, de 36% na última pesquisa para o atual patamar, de 37%, segundo o Datafolha, mantendo-se em posição estável. O candidato do PSOL também oscilou dentro da margem de erro desde a última averiguação. No comparativo entre as duas últimas pesquisas, Boulos também manteve-se estável, com os mesmos 17%. Russomanno, por sua vez, viu a parcela de intenções de voto em seu nome diminuir. A vocação para votar no candidato do Republicanos caiu de 14% para 12% de acordo com a pesquisa. Por isso, França ultrapassou o candidato do Republicanos, mas manteve-se estável com alteração de 12% para 14%.

    A pesquisa também averiguou o nível de rejeição dos candidatos. Celso Russomanno lidera quando os eleitores são indagados em quem não votariam de jeito nenhum. Ele aparece com índice de rejeição de 50% de acordo com o Datafolha. Joice Hasselmann é a segunda colocada no quesito, com 33% das manifestações negativas segundo o Datafolha. O atual prefeito Covas é rejeitado por 25%. Ele é seguido por Jilmar Tatto, também com 25% e Guilherme Boulos, que amarga rejeição de 24%, segundo o instituto de pesquisas. Márcio França é rejeitado por 17% do eleitorado paulistano.

    O Datafolha ouviu 2.987 eleitores na cidade de São Paulo com 16 anos ou mais e o levantamento foi realizado entre os dias 13 e 14 de novembro de 2020. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança utilizado é de 95%, o que significa que há a probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

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