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Damares: ‘Se não der certo, saímos em quatro anos’, sobre conservadorismo

A ministra participou da Comissão de Direitos Humanos do Senado e defendeu o governo está disposto a dialogar com outros grupos

Por Estadão Conteúdo 21 fev 2019, 17h27

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, ao final de uma audiência de aproximadamente quatro horas na Comissão de Direitos Humanos do Senado, disse a senadores e deputados que os conservadores ocupam o poder agora e que é preciso deixá-los mostrar ao país o que eles querem fazer. Segundo ela, se não der certo, eles sairão em quatro anos.

“Democracia é alternância de poderes. Estão no poder agora os conservadores. Então, deixa a gente mostrar para o Brasil o que os conservadores querem fazer. Se não der certo, a gente sai daqui a quatro anos. Mas isso é democracia”, disse a ministra aos parlamentares.

Ela defendeu que “o que nos une é maior do que o que nos separa” e que sua pasta e o governo do presidente Jair Bolsonaro estão dispostos a dialogar. Damares foi convidada pelo senador Paulo Paim (PT-RS), presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, a expor ao colegiado a perspectiva atual e para os próximos anos da execução das políticas de direitos humanos do governo.

Ensino domiciliar

Ao deixar a sessão da comissão, a ministra disse a jornalistas que em até dez dias o governo concluirá o texto da medida provisória que pretende regulamentar o homeschooling no País. A pasta da ministra adiou a divulgação da MP no dia 15 de fevereiro, quando se encerrou o prazo previsto pela própria ministra para a finalização do texto.

“É um instrumento construído a quatro mãos, tem três ministérios participando, e esse instrumento vai estar vindo logo logo para Casa, para alcançar as famílias que já fazem o homeschooling e que estão legalmente descobertos neste momento”, disse Damares. Além do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, participam da elaboração do texto os ministérios da Educação e da Cidadania.

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