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Conheça a história de Itabaiana, a capital nacional do caminhão

Identificada por lei, a cidade do interior de Sergipe teria o maior número de caminhões por pessoa do Brasil

Por Abril Branded Content Atualizado em 26 jun 2018, 11h52 - Publicado em 26 jun 2018, 11h30

No imaginário das crianças de Itabaiana, o futuro é na boleia de um caminhão. Querem dirigir pela BR-235 e descer a Rio-Bahia, célebre trecho da BR-116 que liga o Nordeste ao Sudeste.

Cravada no agreste sergipano, a 57 quilômetros de Aracaju, Itabaiana é a Capital Nacional do Caminhão – e isso é lei.

Existiriam 5 000 caminhões registrados no município e outros 4 000 pertencentes a itabaianenses espalhados pelo Brasil. Toda essa frota em uma cidade de apenas 100 000 habitantes.

Seria, portanto, a maior relação caminhão­ por pessoa do país – e, até prova contrária, do mundo. O decreto, número 13.044, foi sancionado pela Presidência da República em 2011.

O motivo do desejo inato remonta aos tempos dos tropeiros. É um entroncamento com importância histórica: Itabaiana teve posição estratégica no vai e vem de mercadorias no Nordeste. Cavalos e, depois, caminhões carregados de batata-doce, quiabo, maxixe, inhame, macaxeira, uva, goiaba, melão, manga (a lista é grande) descem rumo ao Sudeste há quase um século.

Não à toa, em todo mês de junho, desde a década de 1950, a cidade realiza a Feira do Caminhoneiro, celebração que deixa clara a vocação da cidade. Em 2018, a 53ª edição da festa reuniu mais de 1 000 veículos de todas as partes do Nordeste.

Veja, no sexto episódio da websérie da Expedição Vozes do Futebol, como, geração após geração, Itabaiana renova seu vínculo com os caminhões.

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