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Comando afasta de protestos PMs envolvidos em flagrante forjado

Major do 5º Batalhão e tenente do 20º Batalhão responderão a uma sindicância. Por enquanto, eles estão proibidos de acompanhar manifestações

Por Felipe Frazão Atualizado em 10 dez 2018, 09h58 - Publicado em 3 out 2013, 12h38

O comando da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PMERJ) afastou do patrulhamento de manifestações os dois oficiais envolvidos em um flagrante forjado durante o protesto de professores e servidores municipais de Educação nesta segunda-feira na Cinelândia, no centro da cidade. Um major do 5º Batalhão e um tenente do 20º Batalhão – que apoiava a ação – responderão a uma sindicância com duração de trinta dias para apurar o caso.

Toda a ação foi registrada em vídeo e divulgada na internet pelo jornal O Globo. No início da gravação, o tenente aparece com morteiros na mão correndo atrás de outro suspeito. Em seguida, os policiais abordam um grupo, e o tenente joga aos pés de um manifestante os três artefatos que já estavam nas suas mãos. O jovem abria a mochila para revista dos policiais militares no momento e não chegou a tocar nos morteiros. Em seguida, o major que comandava a operação na Cinelândia deu voz de prisão ao rapaz, por “porte de morteiros”.

​O caso foi registrado na 5ª DP como encontro de três morteiros na calçada, segundo a PMERJ, sem atribuição de posse ao manifestante. A sindicância da PM vai “analisar as imagens em que um policial supostamente teria forjado flagrante”, informou a corporação em nota.

A PMERJ afirmou ainda que “apesar da acusação de haver flagrante forjado, na delegacia não houve nenhum registro de posse de fogos de artifício” contra o menor. A PMERJ também disse que o jovem foi “liberado na presença de uma responsável” e que “o documento de apreensão dos fogos registra apenas que eles foram encontrados no chão”.

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