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Ciúme motivou morte de funcionária dos Direitos Humanos, diz testemunha

Familiar relatou à polícia desentendimento entre ex-casal na data do crime; o suspeito, considerado 'perigoso', é procurado pelas autoridades

Por Da Redação
Atualizado em 16 jul 2018, 18h29 - Publicado em 16 jul 2018, 11h39

Ciúmes teriam motivado o assassinato de Janaína Romão Lúcio, de 30 anos, funcionária do Ministério dos Direitos Humanos em Brasília. Ela foi esfaqueada na noite de sábado, 14, pelo ex-marido, de 21 anos. O relato é de uma testemunha ouvida pela Polícia Civil do Distrito Federal.

De acordo com a Polícia, um familiar “informou que encontrou o casal discutindo por causa de ciúmes, e esse teria sido o motivo do crime”. O depoimento ocorreu pouco depois do crime, no Hospital Regional de Samambaia, na capital federal, onde Janaína chegou a ser atendida antes de falecer.

O suspeito – que, pelo mesmo relato, “saiu correndo, sem camisa e descalço” – continua foragido. Janaína tem dois filhos com o homem e já havia registrado dois boletins de ocorrência acusando ele de violência doméstica. Eles se encontraram no sábado, quando ela foi buscar as crianças, que estavam passando o fim de semana na casa do pai.

Sobre as investigações anteriores, a Polícia Civil se limita a dizer que os fatos foram apurados e repassados à Justiça. Sobre o suspeito, o delegado Alberto Rodrigues informou que, para além das agressões à Janaína, o homem – que não teve o nome revelado pelas autoridades – tem outros antecedentes criminais e pode ser considerado “perigoso”.

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Pesar

O ministro dos Direitos Humanos, Gustavo Rocha, distribuiu nota de pesar em que “lamenta profundamente” a morte de Janaína, funcionária da Secretaria Nacional de Cidadania, ligada à da pasta. “Em nome de todo o ministério, (o ministro) compartilha do luto e manifesta sua solidariedade aos familiares e colegas de trabalho”, diz a nota.

“O ministro repudia com veemência a violência contra as mulheres e reforça a gravidade desta situação. O ministério está em contato com a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal para acompanhar de perto as investigações do assassinato de Janaína”, acrescenta a nota.

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