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Cinco capitais e o DF têm protestos marcados nesta sexta-feira

Logo pela manhã, manifestantes voltam a fechar estrada em Minas Gerais

Ao menos seis capitais devem ser palco de protestos nesta sexta-feira. São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, Natal, Brasília e Vitória.

No Rio de Janeiro, o protesto será mais uma vez contra o deputado Marco Feliciano (PSC) e o chamado projeto da “cura gay”, que foi aprovado recentemente pela Comissão de Direitos Humanos da Câmara, que é presidida por Feliciano. A concentração vai ocorrer em frente à Igreja da Candelária, no centro do Rio de Janeiro, a partir de 16h.

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Já em Brasília, a manifestação foi convocada pelo Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRMDF) e a Associação Brasiliense de Médicos Residentes (Abramer). As duas entidades devem fazer uma caminhada a partir de 14h.

Em São Paulo, um protesto marcado no Facebook pretende reunir manifestantes para pedir o impeachment do governador Geraldo Alckmin (PSDB), a partir de 17h, no vão do Museu de Arte de São Paulo (Masp).

Também está prevista uma manifestação contra as obras do trecho norte do Rodoanel na avenida Raimundo Pereira de Magalhães, na Zona Norte. O ato é promovido por um grupo de moradores afetados pela obra, que reclama dos valores das indenizações dos imóveis que serão desapropriados na região.

Oficialmente, não há atos marcados em Belo Horizonte, onde ocorreram manifestações violentas nesta semana, mas há registro de um protesto que bloqueia na BR-381, em Sabará, na região metropolitana da capital nesta manhã. Desde que a onda de protestos começou no país, as rodovias da Grande BH tem sido alvo frequente de manifestações.

Greve – A parir de 9h30, em São Paulo, ocorre uma reunião promovida pela Força Sindical, segunda maior central sindical do país. A Força pretende reunir sindicatos de todo o país para definir como deve ser a paralisação promovida pela entidade marcada para 11 de julho.

Unesp – Cerca de cem estudantes que havia invadido o prédio da reitoria da Universidade Estadual de São Paulo deixou o local na madrugada desta sexta-feira. O grupo havia invadido ainda na manhã de quinta-feira. A desocupação ocorreu após reunião dos estudantes com a vice-reitora da universidade, Marilza Cunha Rudge. Os manifestantes protestavam por isonomia nos investimentos e recursos entre as diferentes universidades estaduais de São Paulo.