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Chefe da PF vira alvo de procedimento no STF por suposta interferência no caso Lulinha

Movimentos da gestão de Andrei Rodrigues provocaram estranhamentos no curso das investigações contra o filho de Lula e a máfia da Previdência

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 31 jul 2026, 19h45 | Atualizado em 31 jul 2026, 20h52
Chefe da PF vira alvo de procedimento no STF por suposta interferência no caso Lulinha Priorizar nos meus resultados Google

Relator das investigações sobre as fraudes bilionárias no INSS, o ministro André Mendonça, do STF, mandou investigar possíveis irregularidades praticadas pelo diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, no caso.

A apuração — revelada pelo Metrópoles e confirmada pelo Radar — trata das investigações que envolvem o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, cabeça da máfia de descontos ilegais na Previdência, e o filho do presidente Lula, o empresário Fábio Luís Lula da Silva.

Nas últimas semanas, vários movimentos incomuns, envolvendo as investigações da PF contra o filho do presidente, foram relatados ao ministro do STF.

Além do atraso na análise de provas e das dificuldades em obter informações sobre os relatórios dos investigadores, o procedimento busca detalhar as articulações que levaram a PF a tentar tirar as apurações sobre Lulinha do gabinete de Mendonça.

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A manobra só não foi concretizada, segundo interlocutores do caso, porque o sorteio do novo inquérito proposto pela PF contra o filho do presidente da República caiu novamente com Mendonça.

A PF, segundo noticiou a Folha, também acionou a AGU para tentar questionar decisões do relator do caso no Supremo.

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Diretor da PF, Andrei Rodrigues sempre defendeu a atuação técnica do órgão em declarações públicas, mas decisões de sua gestão passaram a ser questionadas dentro e fora do Supremo.

Diferentemente do que tem sido propagado nas redes, não há, no procedimento em curso no Supremo, ameaça de prisão contra o chefe da Polícia Federal.

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O Radar buscou contato com Rodrigues. O espaço permanece aberto para manifestações do chefe da PF.

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