Celina Leão ironiza ação proposta por Arruda e candidato do Novo ao governo do DF
Celina disse ter se surpreendido com o perfil dos signatários, especialmente com o do candidato do Novo, o advogado Kiko Caputo
A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), ironizou a ação no Ministério Público contra ela, feita pelos seus cinco principais adversários na campanha pela reeleição ao governo do Distrito Federal. José Roberto Arruda (PSD), Leandro Grass (PT), Paula Belmonte (PSDB), Ricardo Cappelli (PSB) e Kiko Caputo (Novo) subscrevem um pedido para que seja investigado o fato de uma empresa controlada pelo marido e pela filha de Celina ter recebido R$ 1,4 milhão da Real JG Facilities, que tem contratos com o governo do DF.
Celina disse ter se surpreendido com o perfil dos signatários, especialmente com o do candidato do Novo, o advogado Kiko Caputo.
De acordo com ela, Caputo teria entrado para “o bonde do Arruda”, que seria o articulador da ação.
Celina se disse “tranquila” em relação aos desdobramentos jurídicos.
“Quando todos se juntam querendo criar uma ilegalidade em algo que não é ilegal, eu tô muito tranquila. Eu acho que aquilo que você prestou nota, publicou na sua receita, eu acho que eles partem pra um debate muito baixo, atacando a família das pessoas. Isso, eu acho que a população do Distrito Federal não vai tolerar”, disse.
De acordo com a denúncia, os pagamentos teriam ocorrido por meio de 14 notas fiscais de R$ 100 mil, entre maio de 2025 e junho de 2026. A empresa atribuída ao marido e à filha de Celina é a Faceng Engenharia.
De acordo com os adversários de Celina, a Real JG firmou, em agosto de 2024, contrato de R$ 2,23 milhões com o Palácio Buriti. Na época, Celina ainda ocupava o cargo de vice-governadora. Nove meses depois, teriam começado os repasses mensais.
As 14 notas emitidas para a Real JG Facilities trazem a mesma descrição: “SERVIÇOS DE ENGENHARIA CIVIL”, sem maiores detalhamentos. Os adversários querem a discriminação dos serviços prestados e outros detalhes da suposta relação entre o fornecedor e a empresa controlada por familiares de Celina.







