APURAÇÃO DAS ELEIÇÕES 2026

🗳️ Fique por dentro das eleições, pesquisas e análises com Veja Digital por apenas R$ 1,99/mês. Assine agora!

Caso Henry: o que levou Jairinho a voltar atrás em manobra para adiar julgamento

Ministério Público pediu a transferência do réu de Bangu 8 para presídio de segurança máxima após o réu destituir defesa

Por Ludmilla de Lima Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 25 Maio 2026, 13h00 | Atualizado em 25 Maio 2026, 14h26
Caso Henry: o que levou Jairinho a voltar atrás em manobra para adiar julgamento Priorize VEJA no Google

Padrasto do menino Henry Borel, morto em 2021, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, tentou nesta segunda-feira, 25, mais uma manobra para adiar o julgamento do caso no  II Tribunal do Júri do Rio. Acusado de homicídio qualificado, ele desconstituiu sua defesa, mas depois voltou atrás na estratégia. Na frente da juíza Elizabeth Machado Louro, Jairinho chegou a afirmar que não tinha condições de ser julgado porque seu principal advogado, Fabiano Lopes, infartou no sábado. Em seguida, o Ministério Público pediu à magistrada que, não havendo sessão, Jairinho fosse transferido de Bangu 8 – onde possui mais conforto e facilidades – para Bangu 1, presídio de segurança máxima.

No meio do discurso da juíza, Jairinho quis conversar com os advogados que o acompanham. Em seguida, constituiu novamente sua defesa, que agora inclui o filho Luís Fernando Abidu Figueiredo Santos, recém-formado em direito. Logo no começo do julgamento, a fala do réu com pedido de adiamento contrariou a magistrada. “As inúmeras tentativas de protelar o julgamento deste processo fazem não só desta julgadora, mas de todos os demais envolvidos no processo reféns dele. E, mais grave, por iniciativa de uma só das partes”, declarou a magistrada, antes de Jairinho desistir da manobra. Ela continuou dizendo que toda a sociedade, ansiosa por um desfecho, também é “refém”.

O promotor Fábio Vieira havia defendido a transferência do acusdo para Bangu 1, “casa de cautela que mais se aproxima de cumprimento de pena”, e o julgamento de Monique Medeiros, mãe de Henry, caso a defesa dela pedisse de novo relaxamento de prisão. Monique responde por homicídio qualificado e omissão.

O julgamento dela e de Jairinho foi retomado no início da tarde e deve durar de cinco a sete dias. O júri é composto por cinco homens e duas mulheres. Além dos réus, 26 testemunhas serão ouvidas. Para este primeiro dia, são esperados dois delegados, um médico legista e um perito.

Continua após a publicidade

 

 

 

 

Publicidade

Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

Multidão de pessoas em protesto na rua, com prédios e árvores ao fundo. À esquerda, texto branco UM PAÍS SE FORTALECE COM INFORMAÇÃO em fundo preto. À direita, texto Jornalismo de qualidade para entender o Brasil, o mundo e tomar decisões mais conscientes. e a palavra veja em vermelho, junto a várias capas da revista Veja em perspectivaMultidão de pessoas de costas, com braços levantados, em uma rua urbana com prédios altos e árvores. À direita, várias capas da revista Veja com diferentes manchetes e imagens.
OFERTA ESPECIAL ELEIÇÕES

Digital Eleições

A notícia em tempo real na palma da sua mão!
Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês*
ECONOMIZE R$ 325 - 45% OFF

Revista em Casa + Digital Premium

Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Premium (cada revista sai por menos de R$ 10,00)
De: R$ 59,99/mês
A partir de R$ 32,90/mês

*Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
*Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês. Após esse período a renovação será de 118,80/ano (proporcional a R$ 9,90/mês).