Banco do Brasil: dividendo extraordinário está descartado, diz CFO
A decisão acontece após a companhia reportar queda de 53,5% no lucro do 1º trimestre
Os dividendos extraordinários do Banco do Brasil que poderiam ser pagos ao fim de 2026 estão descartados, disse o vice-presidente de finanças do BB, Marco Geovanne Tobias, em entrevista coletiva com a impressa nesta quinta-feira, 14.
A decisão acontece após a companhia reportar lucro líquido ajustado de 3,4 bilhões de reais no primeiro trimestre de 2026, queda de 53,5% na comparação com o mesmo período do ano passado. A baixa ocorreu devido à inadimplência do agronegócio e da carteira da pessoa física.
Essas questões prejudicam o desempenho do lucro banco e fazem com que não sobre dinheiro para além do necessário para reforçar o capital da companhia, inibindo o dividendo extraordinário do Banco Banco do Brasil.
“Diante desse cenário, está completamente descartado o dividendo extraordinário em 2026”, disse Tobias. Analistas do mercado financeiro apontam que o balanço Banco do Brasil foi decepcionante, veja detalhes nesta reportagem.







