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Apesar do Exército, onda de violência persiste na Bahia

Número de mortes desde início da greve da Polícia Militar chega a 80

Por Da Redação - 5 fev 2012, 11h28

A presença das tropas do Exército em Salvador, em especial nos bairros turísticos, aumentou a sensação de segurança, fez a população e os visitantes voltarem às ruas para aproveitar as praias e as atrações, mas nos bairros periféricos a onda de violência iniciada com a greve da Polícia Militar continua.

Na noite de sábado e madrugada de domingo, voltaram a ser registrados, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, altos índices de homicídios na região metropolitana da capital. No total, houve mais 22 assassinatos, 14 deles em Salvador. Apenas no bairro de Valéria, três homens foram vítimas de uma chacina.

Com os novos casos, chega a 80 o número de homicídios em Salvador e região metropolitana, 54 apenas na capital, desde terça-feira, quando teve início a paralisação parcial da Polícia Militar (PM) na Bahia. Salvador registrou, no ano passado, média de 4,2 homicídios por dia, segundo dados da SSP-BA. Na região metropolitana, a média foi de 6,1.

Segundo o comando geral da PM no Estado, as tropas do Exército e da Força Nacional de Segurança, enviadas pelo governo federal para auxiliar no policiamento ostensivo na capital e nas principais cidades do interior, ainda estão sendo posicionadas nos bairros de Salvador e o governo espera uma redução no número de assassinatos nos próximos dias.

(Com Agência Estado)

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