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Aos 53 anos, a hipopótamo Tetéia morre em São Paulo

Exames realizados no início da semana constataram que, por conta da idade avançada e do quadro clínico, ela não respondia às medicações

Morreu na manhã desta sexta-feira a hipopótamo fêmea Tetéia, um dos animais mais antigos do Zoológico de São Paulo. Ela tinha 53 anos e faleceu por causa de problemas decorrentes da velhice. Um hipopótamo vive, em média, 45 anos.

Tetéia chegou a São Paulo em 1964, vinda de Córdoba, na Argentina. Ao longo da vida, teve dez filhotes, inclusive um casal de gêmeos. Sininho ─ a caçula da família ─, que dividia a morada com Tetéia, permanecerá no mesmo local e continuará a participar dos passeios noturnos organizados pelo Zoológico.

Pororó, neto de Tetéia, também vive em São Paulo, no Zoo Safári. Outros filhos dela estão espalhados pelos zoos de Brasília, Goiânia, Americana, Leme e São José do Rio Preto.

Exames realizados no início da semana constataram que, por conta da idade avançada e do quadro clínico, ela não respondia aos medicamentos. Entre outros problemas, Tetéia sofria de artrose.