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Antecipar 2018 é desserviço, diz Aécio após vexame em BH

Presidente do PSDB reconheceu ter ficado desapontado com a derrota do seu candidato, João Leite, para o ex-cartola Alexandre Kalil (PHS)

Por Da redação Atualizado em 22 out 2020, 16h18 - Publicado em 31 out 2016, 19h46

Um dia após o segundo turno das eleições municipais, o presidente do PSDB, Aécio Neves (MG), minimizou a derrota de seu candidato à prefeitura de Belo Horizonte, João Leite, e afirmou que falar sobre o pleito em 2018 é um “desserviço ao partido”. Nos bastidores, o senador disputa espaço com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), que saiu fortalecido após eleger o seu pupilo, João Doria, no primeiro turno. Os dois tentam se cacifar como candidatos à presidência da sigla daqui dois anos. “Felizmente, as alternativas estão aí e são várias. Antecipar esse processo é um desserviço não apenas ao partido, mas àquilo que é essencial: construirmos a nossa agenda, que vai tirar o país da crise. A nossa prioridade hoje não é eleição de 2018”, disse o senador.

Aécio Neves reconheceu a decepção em não conseguir eleger João Leite, que perdeu para o ex-cartola Alexandre Kalil (PHS), mas depois passou a frisar a derrota do PT que, ontem, perdeu nas sete cidades que disputou. “Esse resultado em BH realmente nos desaponta, mas nós tivemos uma vitória muito expressiva sobre nossos tradicionais adversários. Sem dúvida alguma o PSDB sai muito fortalecido. A vitória em São Paulo foi extraordinária como foi a vitória em todas as regiões do país que estivemos. Vencemos em Porto Alegre, voltamos a vencer em Manaus, conquistamos prefeituras do Nordeste onde tivemos resultados historicamente muito ruins em todas as últimas eleições. Desalojamos o PT de todas as capitais daquela região”, afirmou.

Em relação à aliança com o governo Temer, Aécio disse que o partido manterá, por ora, o mesmo alinhamento que tinha antes das eleições municipais, apoiando-o inclusive na votação das reformas que serão encaminhadas ao Congresso, como a da previdência. “Vejo o fortalecimento do PSDB também como o fortalecimento do governo Temer. Nós apoiamos uma agenda de reformas necessárias para tirar o Brasil do abismo, das profundezas que o PT nos mergulhou. Enquanto sentirmos que há disposição do governo Temer, e percebo que hoje há, para condução dessa agenda, ele terá o apoio do PSDB”, afirmou.

(Com Estadão Conteúdo) 

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