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Aluna sofre tentativa de estupro em banheiro na USP

Agressor se escondeu em um dos boxes do banheiro e agarrou a aluna, que se defendeu com cotoveladas

Por Da Redação 8 out 2013, 21h26

Uma estudante de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) sofreu uma tentativa de estupro em um banheiro feminino da faculdade, no campus do Butantã, Zona Oeste de São Paulo, na manhã desta terça-feira.

De acordo com as informações do boletim de ocorrência, entre 7 horas e 8 horas ela se dirigiu ao banheiro feminino do primeiro andar do prédio de Engenharia de Produção e percebeu que um dos boxes estava trancado. Na ocasião, havia mais mulheres no banheiro. Quando as demais pessoas saíram, a porta do boxe se abriu e a aluna foi puxada e arrastada pelo agressor, que ainda cobriu a boca da vítima com a mão na tentativa de evitar que ela gritasse pedindo socorro. De acordo com o depoimento da vítima, ela reagiu com cotoveladas. Ao perceber que não teria sucesso, o estuprador saiu correndo do banheiro e fugiu.

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A aluna foi socorrida por dois funcionários da faculdade, mas o agressor fugiu. Ela registrou boletim de ocorrência no 93º Distrito Policial (Jaguaré). Segundo o delegado titular do distrito, Celso Lhaoz Garcia, casos como esse não são comuns. “Relatos de estupro no campus são raríssimos. Até pela quantidade de pessoas que circulam no local”, afirmou. Ele disse que a vítima não apresentava nenhuma lesão aparente ao chegar no DP. A Polícia Militar foi acionada na hora. Após realizar rondas na região, não conseguiu localizar o agressor.

A vítima informou que o agressor estava com as roupas sujas. É investigada a possibilidade de o criminoso ser operário de uma obra que está sendo realizada no prédio da Faculdade de Engenharia de Produção.

A assessoria de imprensa da USP afirmou que há segurança privada no campus, mas no interior dos prédios a vigilância é de responsabilidade de cada unidade. Ainda está em vigor o convênio com a Polícia Militar de São Paulo, estabelecido em setembro de 2011, que permite patrulhamento da Cidade Universitária pelos agentes oficiais, além de ações diversas.

A assessoria da Escola Politécnica afirmou que a diretoria seria acionada e se pronunciaria nesta quarta-feira.

(Com Estadão Conteúdo)

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