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Alckmin pretende multar quem consumir mais água em SP

Sabesp atualmente dá desconto de 30% na conta de água para quem reduzir o consumo

Por Da Redação 18 abr 2014, 08h35

Em mais uma tentativa para evitar o rodízio generalizado de água, o governo Geraldo Alckmin (PSDB) pretende iniciar ainda neste semestre a cobrança de multa para quem aumentar o consumo na Grande São Paulo. Segundo balanço divulgado pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), 24% dos clientes abastecidos pelo Sistema Cantareira elevaram o gasto no primeiro mês do plano de bônus. Esse número chegaria a cerca de 4 milhões de pessoas com a ampliação do programa.

“É para esse conjunto que estamos preparando um programa novo de ônus”, disse ontem o secretário estadual de Saneamento e Recursos Hídricos, Mauro Arce, em entrevista à rádio CBN. Segundo ele, o plano ainda está em fase de estudo e deve ser anunciado em maio, para começar a ser aplicado em junho. “Estamos indo para uma linha de que o ônus será igual ao bônus em termos de porcentual”, completou Arce.

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No caso do plano de bônus, a Sabesp dá desconto de 30% na conta de água para quem reduzir o consumo em ao menos 20%. O cálculo é feito com base na média mensal de gasto em metros cúbicos entre fevereiro de 2013 e janeiro de 2014. Por essa lógica, a Sabesp aplicará multa de 30% para quem aumentar o consumo em 20% ou mais em relação à média de 12 meses. Em nota, a Sabesp informou que um estudo vai definir a forma de punir financeiramente quem não economizar água.

Trata-se de mais uma medida do governo estadual para tentar reduzir o volume de água retirado do Cantareira, cujo volume registrou nova queda ontem, chegando a 12,2% da capacidade – anteontem, estava em 12,3%. Até agora, o governador apostava na adesão do plano de bônus e na reversão de água dos sistemas Guarapiranga e Alto Tietê para regiões abastecidas pelo Cantareira para atravessar a crise sem adotar o racionamento de água generalizado.

(Com Estadão Conteúdo)

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