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Adiado o julgamento do atropelador do filho de Cissa Guimarães

Por Leo Pinheiro, do Rio de Janeiro 17 ago 2011, 20h37

O juiz Jorge Luiz Le Cocq, titular do 2º Tribunal do Júri do Rio, adiou a decisão sobre o destino de Rafael Bussamra, o jovem que atropelou Rafael Mascarenhas, filho da atriz Cissa Guimarães, em julho de 2010. A audiência desta quarta-feira deveria definir se ele vai a júri popular por homicídio doloso – quando há intenção de matar.

A defesa alegou ausência de peças importantes nos autos, como os DVDs com imagens captadas pelas câmeras da companhia de trânsito do Rio no túnel em que o acidente aconteceu. Essa etapa demora cerca de dez dias para ser cumprida, e só depois desse prazo serão feitas as alegações finais da acusação e da defesa – por escrito, segundo decisão de Le Cocq comunicada hoje a ambas as partes. A data da nova audiência não foi marcada.

A audiência desta quarta-feira começou com duas horas de atraso. Nela, além de Rafael Bussamra e seu pai, Roberto, foram ouvidas testemunhas arroladas pela defesa. O policial Alexandre dos Santos Restorff, do 23º Batalhão da Polícia Militar, o inspetor João Carlos da Silva Farias, da 15ª DP e o comissário José Geraldo Carvalho, da mesma delegacia.

Os depoimentos não trouxeram maiores novidades a um caso que foi esmiuçado ao longo do último ano. Rafael Bussamra reafirmou que não havia aviso sobre o fechamento do túnel onde Rafael Mascarenhas praticava skate com outros três amigos. E voltou a negar que estivesse num racha com outro carro, apesar de trafegar em velocidade superior à permitida no túnel. Segundo Bussamra, ele só viu o filho de Cissa quando não era mais possível frear.

“Nenhuma pessoa normal teria reflexo para impedir o atropelamento”, disse. Seu pai, Roberto Bussamra, acusado de corrupção ativa, reforçou que foi intimidado pelos policiais o tempo todo, e por isso o fato de ter aceitado pagar dez mil reais (dos quais só desembolsou efetivamente mil) configura extorsão, e o coloca na posição de vítima.

Defesa do atropelador de Rafael Mascarenhas prepara enxurrada de recursos para adiar o julgamento

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