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A vida não pode parar – o recomeço em Santa Maria

Conheça histórias de sobreviventes e famílias da tragédia da boate Kiss, um mês depois do incêndio que deixou 239 mortos na cidade universitária

Por Marcela Donini, de Santa Maria 27 fev 2013, 11h12

Passado um mês da tragédia em que 239 pessoas morreram no incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, a dor da perda é apenas uma das consequências com as quais os familiares têm de lidar. Muitas famílias perderam seus provedores, outras vítimas deixaram filhos órfãos, e há ainda os sobreviventes que precisam tratar de sua recuperação. Para aqueles que permaneceram internados, a dimensão exata da tragédia só começa a aparecer agora, com a descoberta da vida. Conheça quatro histórias de vítimas e famílias que administram o drama da tragédia e da madrugada de 27 de janeiro de 2013.

Tema em foco: A tragédia em Santa Maria

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