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22 pessoas e 4 empresas viram rés por tragédia em Mariana

Justiça de Minas Gerais aceitou denúncia contra os envolvidos no rompimento de barragem

Por Rafaela Lara
Atualizado em 30 jul 2020, 20h55 - Publicado em 18 nov 2016, 13h17

A Justiça Federal de Ponta Nova, em Minas Gerais, aceitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra as empresas Vale, Samarco, BHP Billiton e VogBR, além de 22 pessoas envolvidas no rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco, em Mariana (MG), em 5 de novembro do ano passado.

A tragédia sem precedentes no Brasil destruiu o distrito de Bento Rodrigues, matou dezenove pessoas e provocou danos ao meio ambiente ainda incalculáveis.

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Das pessoas físicas denunciadas, apenas o engenheiro da VogBR Samuel Paes Loures não foi acusado de homicídio com dolo eventual – quando se assume risco de matar. Ele vai responder, juntamente com a empresa VogBR, pelo crime de apresentação de laudo ambiental falso. Os demais envolvidos vão responder ainda por crimes de inundação, desabamento, lesão corporal e crimes ambientais, além de homicídio. A Samarco, a Vale e a BHP Billiton são acusadas de nove crimes ambientais. Os réus terão trinta dias para apresentarem a defesa.

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O juiz Jacques de Queiroz Ferreira ressaltou que os danos ambientais ainda não foram sanados. “Da leitura da denúncia pode-se extrair que os danos gerados pelo rompimento da Barragem do Fundão, principalmente em relação ao meio ambiente, sequer terminaram de ocorrer.”

 

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