Clique e Assine a partir de R$ 19,90/mês
VEJA Recomenda Por Coluna Os principais lançamentos da música, do cinema, da literatura e da produção infanto-juvenil, além da TV, comentados pelo time de VEJA

‘The Slow Rush’: álbum de Tame Impala embala ares da psicodelia dançante

Cinco anos depois de seu inspirado álbum anterior, Currents, os australianos lançam disco com influências musicais de David Bowie, Flaming Lips e Daft Punk

Por Tamara Nassif Atualizado em 21 fev 2020, 10h22 - Publicado em 21 fev 2020, 07h00

The Slow Rush, de Tame Impala (Universal; disponível nas plataformas de streaming) Cinco anos depois de seu inspirado álbum anterior, Currents, os australianos do Tame Impala respiram novamente os ares da psicodelia dançante em The Slow Rush. Nas doze canções do novo disco, o quinteto liderado pelo cabeludo cantor, compositor e multi-instrumentista Kevin Parker propõe uma viagem com influências musicais de David Bowie, Flaming Lips e Daft Punk sobre a passagem do tempo e os dilemas do amadurecimento. O tema surge logo na faixa de abertura, One More Year, que mescla uma levada eletrônica robótica com versos confessionais sobre a angústia de ver a vida passar aprisionado à rotina. O disco apresenta ao menos uma séria candidata a se somar a hits do grupo como The Less I Know the Better e Let It Happen: ela se chama Lost in Yesterday, e tem uma irresistível batida embalada pelos vocais em falsete de Parker. Em Borderline, já lançada como single, o vocalista entoa: “Serei um dia conhecido e amado?”. Se depender de belas canções assim, com certeza.

Publicidade