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Série ‘Pose’, de Ryan Murphy, resgata história da comunidade LGBT

Ambientada nos anos 1980, trama explora o submundo da cultura 'queer'

Por Mabi Barros - Atualizado em 28 set 2018, 21h03 - Publicado em 28 set 2018, 21h01

Damon (Ryan Jamaal Swain) é um garoto negro e suburbano, que esconde a sete chaves sua sexualidade da família. Um dia, porém, ele é surpreendido dançando no quarto, e acaba expulso de casa. Nas ruas da Nova York dos anos 1980, o garoto encontra refúgio nas “casas”, comunidades LGBTs formadas por uma “mama” — geralmente uma trans mais velha — e seus filhos, outros gays, lésbicas e transexuais dissertados.

Pose, nova série de Ryan Murphy (Glee e American Crime Story: O Assassinato de Gianni Versace) que estreia nesta sexta-feira, às 22h, no Fox Premium, mergulha de cabeça na história do submundo queer — termo antes pejorativo, que acabou adotado pela comunidade LGBT para ampliar o espectro de representação e valorização do grupo —, assim como nos bailes de vogue, festas gays que popularizaram o estilo de dança mais tarde disseminado por Madonna no clipe Vogue, nos anos 1990. 

Seguindo o propósito da série, Murphy escalou um robusto elenco de atores transexuais, para garantir a fidelidade dos personagens e evitar as muitas críticas que Hollywood tem sofrido ao eleger atores cisgênero (pessoa que atende pelo gênero que ela foi registrada ao nascer) para interpretar personagens transgênero (quem reconhece ser de um gênero diferente do que foi registrado). 

A primeira temporada de Pose contará com oito episódios, que estarão todos disponíveis no Fox App logo após a exibição do primeiro capítulo na TV.

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