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‘Se a Rua Beale Falasse’: em meio a romance, um mosaico de vivência negra

Diretor Barry Jenkins, de 'Moonlight', vencedor do Oscar de 2017, faz belíssima adaptação de uma obra de James Baldwin

(If Beale Street Could Talk, Estados Unidos, 2018. Já em cartaz no país) Não foi sorte de principiante o êxito do diretor Barry Jenkins em Moonlight, o ganhador do Oscar de 2017: ele agora ajusta a paleta de seu estilo caloroso na emoção e impressionista na linguagem para fazer a belíssima adaptação de uma obra de James Baldwin (1924-1987), o grande romancista negro americano. Está-se no início da década de 70, e Fonny e Tish (Stephan James e KiKi Layne), amigos desde a infância, acabam de se perceber apaixonados. Ele tem 22 anos; ela, 19. Mas a tragédia interrompe o embriagamento da paixão e os planos para o futuro. Fonny é falsamente acusado de estupro e preso, e Tish constata estar grávida. A mãe dele, religiosa, o abandona. Tish e sua mãe (a indômita Regina King), então, é que assumirão a longa batalha para tentar provar a inocência de Fonny. Jenkins tira o sumo de seus atores e honra o mosaico de experiências negras retratadas por Baldwin.

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