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Romance retrata fenômeno do “embranquecimento” de pele no sul dos EUA

Na trama familiar de 'A Metade Perdida', a escritora Brit Bennett resgata triste hábito de negros do passado para falar da busca por igualdade racial

Por Raquel Carneiro Atualizado em 11 jun 2021, 12h52 - Publicado em 11 jun 2021, 07h00
A METADE PERDIDA, de Brit Bennett (tradução de Thaís Britto; Intrínseca; 336 páginas; 54,90 reais e 36,90 reais em e-book) -
A METADE PERDIDA, de Brit Bennett (tradução de Thaís Britto; Intrínseca; 336 páginas; 54,90 reais e 36,90 reais em e-book) – ./.

Uma cidadezinha no sul dos Estados Unidos se choca quando Desiree, uma jovem que fugira dali com a irmã gêmea aos 16 anos, retorna com uma filha negra retinta. O preconceito é inerente à cidade, formada por pessoas miscigenadas, com aparência de brancas, mas antepassados negros. A história de contorno dramático é inspirada em comunidades reais do país, onde o “embranquecimento” da pele era incentivado. A trama familiar passeia com brilho ao longo de décadas, retratando movimentos históricos da busca por igualdade racial.

 

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