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‘Prazer em Queimar’: a ânsia de Ray Bradbury em recriminar autoritarismos

Coletânea de contos do autor da distopia 'Fahrenheit 451' volta a abordar temas como liberdade, repressão, memória e censura

Por Raquel Carneiro - Atualizado em 31 jul 2020, 13h00 - Publicado em 31 jul 2020, 07h00
Prazer em queimar: Histórias de Fahrenheit 451, de Ray Bradbury (tradução de Antônio Xerxenesky e Bruno Cobalchini Mattos; Biblioteca Azul; 416 páginas; 49,90 reais) -/Divulgação

Liberdade e memória são dois temas que afloram na escrita do americano Ray Bradbury, conhecido pela distopia Fahrenheit 451 — em que os livros, principais testemunhas da história, são proibidos e queimados por um governo ditatorial. Nesta coletânea, dezesseis contos evidenciam a ânsia do autor por recriminar todo e qualquer tipo de repressão e censura. Seus personagens podem ser mortos que retornam para acertar contas, ou até o bombeiro que dá título ao texto que foi o embrião de sua obra-prima.

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