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Pearl Jam volta mais político em novo disco: ‘Gigaton’

Álbum é o primeiro de inéditas da banda em sete anos

Por Felipe Branco Cruz - 27 mar 2020, 14h07
Capa do disco Gigaton, do Pearl Jam //Divulgação

O degelo das calotas polares é tão monumental que, para medi-lo, é preciso utilizar uma unidade de massa épica: o Gigaton, o equivalente a 1 bilhão de toneladas. O título e a imagem de uma geleira na capa já indicam a pegada ecomilitante do novo álbum do Pearl Jam. O primeiro disco de inéditas em sete anos é o mais heterogêneo do grupo, com cada faixa apostando em uma sonoridade própria e letras que alternam reflexões pessoais e ativismo. Seven O’Clock faz um trocadilho com Donald Trump e o chefe indígena Sitting Bull (Touro Sentado), chamando o presidente americano de “Sitting Bullshit” (Besteira Sentada, em tradução livre e publicável). Aos trinta anos de estrada, o cantor Eddie Vedder e cia. não perderam a fúria contestadora da juventude.

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