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Orquestra revisita sucessos do grupo Queen

Bohemian Rhapsody, da Petrobras Sinfônica, faz parte de um projeto que visa a popularização da música sinfônica para o público jovem

Por Sérgio Martins - 24 jan 2020, 12h28

Bohemian Rhapsody, o filme, apresentou a música do Queen para uma geração que nem era nascida nos tempos de glória do quarteto inglês. O espetáculo de mesmo nome, que a Orquestra Petrobras Sinfônica apresenta no dia 30 de janeiro no Espaço das Américas (São Paulo), tem quase a mesma função pedagógica/musical: mostrar a energia do rock para uma plateia pouco acostumada a salas de concertos. Liderado pelo maestro Felipe Prazeres, o grupo erudito apresenta versões orquestrais dos sucessos dos roqueiros. Estão ali Bohemian Rhapsody, Love of My Life e We are the Champions, entre outras canções que tomaram de assalto as rádios nos anos 70. O fato de não trazer vocais (e uma das marcas registradas do Queen era justamente o canto de Freddie Mercury) não diminui o impacto do concerto. Uma das maiores características do quarteto era justamente essa conexão entre o rock e a música clássica, o que fez com que o quarteto sempre tivesse uma sonoridade pomposa. Bohemian Rhapsody é apenas um dos projetos da Petrobras Sinfônica para popular a música de concerto. Eles também criaram espetáculos baseados em Thriller, disco de Michael Jackson, e o “álbum negro”, do furioso grupo de heavy metal Metallica. Ingressos nas bilheterias da casa ou pelo site https://www.ticket360.com.br/evento/11504/ingressos-para-petrobras-sinfonica-bohemian-rhapsody.

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