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Novo álbum de Halsey exalta romances malsucedidos e problemas pessoais

'Manic', terceiro álbum da cantora americana, traz o experiente pop eletrônico com uma lista de convidados ilustres

Por Sérgio Martins - Atualizado em 31 jan 2020, 10h24 - Publicado em 31 jan 2020, 07h00
DISCO – Manic, de Halsey (Capitol; disponível nas plataformas de streaming) //Divulgação

Halsey, nome artístico de Ashley Nicolette Frangipane, americana de 25 anos de Nova Jersey, nunca teve medo de expor sua vida publicamente. Ela é bipolar, condição que herdou da mãe, abertamente bissexual e comprou discussões encarniçadas com as rivais pop Demi Lovato e Iggy Azalea por posicionamentos sobre homossexualidade e negritude. Sua música é igualmente aguerrida, um pop eletrônico com letras que falam de seus problemas pessoais. Essa receita se faz presente em Manic, seu terceiro álbum. Um diálogo tirado de Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças (2004), o primeiro filme que Halsey viu na vida, anuncia um desfile de personagens em busca do amor e de seu lugar no mundo. Forever (Is a Long Time), embalada por um piano etéreo, é um lamento de como se envolveu com os namorados errados. A sina volta a dar pano para manga em Without Me, em que faz a crônica de um romance malsucedido. Manic tem ainda a participação especial de Alanis Morissette, pioneira das letras confessionais femininas. O rapper Dominic Fike e Suga, integrante do grupo coreano BTS, engrossam o time de convidados ilustres de Halsey.

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