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Roubo real de museu inspira filme com Gael García Bernal

Diretor Alonzo Ruizpalacios cobre uma vasta gama de temas, incluindo o desleixo da América Latina com a própria história

(Museo, México, 2018. Em cartaz no país) Juan (Gael García Bernal, impecável) está há tanto tempo enrolando com a tese de graduação em veterinária que ninguém — nem ele — acredita que vá se formar. Ele é, na opinião de toda a família, um folgado, um falastrão e um fracassado. Na tentativa de desmentir essa visão, Juan a confirma. Na véspera do Natal de 1985, rouba mais de uma centena de artefatos maias de valor inestimável do Museu de Antropologia da Cidade do México — e o roubo, em si, é a única e a última coisa que dá certo. Baseando-se com muita liberdade (e grande inspiração) nesse episódio real, o diretor Alonzo Ruizpa­lacios cobre uma vasta gama de temas, da amizade inabalável de Juan com o cúmplice Benjamin (Leonardo Ortizgris) ao desleixo da América Latina com a própria história.

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