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‘Dez Drogas’: livro investiga o passado de medicamentos

Obra oferece uma leitura saborosa e lúcida para tempos de coronavírus

Por Raquel Carneiro - Atualizado em 5 Jun 2020, 13h33 - Publicado em 5 Jun 2020, 07h00
LIVRO – Dez drogas, de Thomas Hager (tradução de Antônio Xerxenesky; Todavia; 336 páginas; 56 reais e 44,90 reais na versão digital) //Divulgação

“Nenhuma droga é boa, nenhuma droga é má. Todas são ambas as coisas.” Assim, o autor americano abre o livro Dez Drogas, no qual investiga os bastidores e personagens históricos — ou injustamente esquecidos pela história — que participaram da criação ou descoberta de medicamentos revolucionários, da obsessão pelo ópio, que até provocou uma guerra, à revolução cultural causada pelas pílulas anticoncepcionais. Uma leitura saborosa e lúcida sobre a saúde humana, em um período de holofotes voltados para a indústria farmacêutica.

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