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‘Alita’: ficção com efeitos notáveis — e um ciborgue de bom coração

Vivida com doçura e fibra por Rosa Salazar, a protagonista do longa de Robert Rodriguez é tão atraente que compensa o cenário batido do futuro distópico

(Alita: Battle Angel, Estados Unidos/Argentina/Canadá, 2019. Já em cartaz no país) Onde ninguém veria algo além de uma velha carcaça de ciborgue largada em um lixão, o Dr. Ido (Christoph Waltz) encontra um cérebro humano de características singulares. Assim, valendo-se de suas habilidades na biomecânica, dá a essa mente um corpo de grande força e respostas finíssimas. Nasce (ou renasce) então Alita, uma garota curiosa, carinhosa e leal, mas sem lembrança de sua vida pregressa — até que, em situações de perigo, seus dons para a luta começam a se revelar. Interpretada com doçura e fibra pela atriz Rosa Salazar por meio da técnica de “captura de desempenho”, e trazida à vida com efeitos de primeira, a protagonista da ficção do diretor Robert Rodriguez é tão atraen­te que compensa o cenário já batido do futuro distópico, em que as massas vivem numa metrópole saturada enquanto a elite paira num oásis no céu.

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