Clique e assine com 88% de desconto
VEJA Música Por Sérgio Martins Música sem preconceito: de Beethoven a Pablo do arrocha, de Elis Regina a Slayer

Skank: Quando éramos reis

No VEJA Música desta semana, o Skank fala de sua recente turnê 'Os Três Primeiros'

Por Sérgio Martins - Atualizado em 5 dez 2018, 21h22 - Publicado em 3 set 2018, 21h18

O quarteto mineiro Skank faz parte de um período especial do pop brasileiro. Eles surgiram no início dos anos 90, com uma versão eletrônica do reggae jamaicano. Graças a sucessos como Te Ver e Garota Nacional, os mineiros se tornaram a principal banda pop do país e abriu espaço para outros artistas de seu estado – casos do Jota Quest e do Pato Fu. O Skank também foi importante para a consolidação do pop como o gênero mais popular do país, num período em que o gênero andava em baixa.

Recentemente, o Skank iniciou a turnê de Os Três Primeiros, onde recriam o repertório de seus três discos iniciais. Foi um dos períodos de maior popularidade do quarteto, que depois se bandearia para o rock e até para a MPB. O disco será lançado e vários formatos e foi precedido pelo single Algo Parecido, uma bela balada.

Na entrevista para o VEJA Música, Samuel Rosa (guitarra, vocais), Henrique Portugal (teclados), Lelo Zaneti (baixo) e Haroldo Ferretti (bateria) recordam esses tempos mágicos do pop nacional, da importância do Skank para o gênero pop e premiam o internauta com um número exclusivo.

Publicidade