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VEJA Música Por Sérgio Martins Música sem preconceito: de Beethoven a Pablo do arrocha, de Elis Regina a Slayer

Paulo Miklos: Pronto para recomeçar

No VEJA Música desta semana, o ex-vocalista da banda Titãs fala do seu novo álbum

Por Sérgio Martins - Atualizado em 5 dez 2018, 21h30 - Publicado em 29 ago 2018, 21h23

O roqueiro paulistano Paulo Miklos está lançando um novo álbum, chamado A Gente Mora no Agora. É seu terceiro disco e o primeiro após a superação de muitos problemas pessoais. Entre 2012 e 2014, ele perdeu os pais e a mulher. Miklos superou ainda um problema e dependência química. Ele se casou novamente e passa por um momento solar.

O resultado pode ser apreciado em A Gente Mora no Agora, que tem produção de Pupilo (da Nação Zumbi) e parceria do roqueiro com vários artistas de diferentes estilos e gerações. Duas das melhores músicas foram escritas por seus ex-parceiros de Titãs. Nando Reis é autor de Vou te Encontrar, que faz menção às tempestades pessoais do amigo. Arnaldo Antunes co-assina Deixar de Ser Alguém, um frevo que traz arranjos do maestro Duda, um dos maiores nomes do gênero pernambucano.

Os nomes da nova geração, contudo, também dão uma colaboração e tanto. Destacam-se os rappers Emicida – cujos versos de A Lei desse Troço deu nome ao álbum – e Lurdez da Luz, Silva, Mallu Magalhães e Céu. Durante a entrevista, Miklos fala não apenas da concepção de A Gente Mora no Agora, como também comenta seu trabalho de ator. Ele brilhou em Invasor, de Beto Brandt, no qual interpretou um assassino de aluguel, e fez o trompetista Chet Baker no teatro.

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