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“Trair faz bem para a saúde”, diz diretor do Ashley Madison

Mais de 12 milhões de brasileiros são usuários da plataforma canadense de encontros extraconjungais

Por Eduardo F. Filho Atualizado em 6 nov 2020, 09h34 - Publicado em 6 nov 2020, 06h00

Mais de 12 milhões de brasileiros são usuários da plataforma canadense de encontros extraconjungais Ashley Madison — e outros 35 000 se juntam à farra semanalmente, recorde mundial na pandemia. O diretor Paul Keable conta por que o país se destaca.

De onde veio a ideia de um serviço que estimula a traição? Sejamos sinceros: ter um caso fora do casamento é algo que está aí há milhares de anos. O aplicativo surgiu para evitar que a traição separe famílias. As pessoas adoram o companheirismo do parceiro, mas sentem falta de algo mais no sexo.

Por que a procura cresceu? Ter um caso na pandemia tornou-se uma distração bem-vinda, pois dá ânimo às pessoas. Muitos falam que, antes de ter um caso, se sentiam com baixa autoestima. Depois, a saúde e a aparência melhoraram, e até a vida sexual no casamento.

O que leva o brasileiro a pular a cerca? O stress. Já havia um grande nível de stress no Brasil e piorou na pandemia, pois as pessoas passam tempo demais com o parceiro. É preciso uma válvula de escape.

Publicado em VEJA de 11 de novembro de 2020, edição nº 2712

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