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Os muitos planos de Maria Fernanda Cândido no cinema

A atriz está afastada da televisão desde 2017, mas emenda atuações em diversos filmes

Por Fernanda Thedim Atualizado em 30 ago 2019, 08h57 - Publicado em 30 ago 2019, 07h40

Longe da televisão desde 2017, Maria Fernanda Cândido se tornou uma máquina de fazer cinema. Em maio, participou do Festival de Cannes, na França, com o filme O Traidor, do diretor italiano Marco Bellocchio, aplaudido de pé por treze minutos e que rendeu a ela um prêmio em outro festival, o de Taormina. Em 2020, ano do centenário de Clarice Lispector, estreará A Paixão segundo G.H., dirigido por Luiz Fernando Carvalho e rodado em uma cobertura de Copacabana com roteiro inspirado no romance homônimo. E nas próximas semanas embarca para Lisboa, onde ocorrem as gravações de Vermelho Monet, uma coprodução Brasil-Portugal que terá atores de Angola e Cabo Verde. “O cinema tem sido generoso comigo”, diz. O tempo também — aos 45 anos, Fernanda continua deslumbrante.

Publicado em VEJA de 4 de setembro de 2019, edição nº 2650

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