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Maju refuta fama de sex symbol: ‘Em casa não vi mudança nenhuma’

Maria Júlia Coutinho, a Maju, fala sobre seu livro a vida como moça do tempo do ‘Jornal Nacional’, na Globo — e suas interações com Bonner, claro

Por Maria Carolina Maia Atualizado em 7 fev 2017, 10h08 - Publicado em 3 jan 2017, 16h05

No Jornal Nacional ou em seu primeiro livro, Entrando no Clima: Chuva, Chuvica, Chuvarada e Outras Meteorologices (Planeta), é patente o cuidado em falar sobre o tempo de forma acessível. Qual é o segredo disso? A preocupação em me fazer entender sempre fez parte da minha vida. O retorno que as pessoas me dão nas ruas e nas redes sociais me faz acreditar que estou me comunicando bem. E, quando percebo que algum termo ou fenômeno pode produzir dúvidas, consulto amigos e familiares.

A informalidade celebrada atualmente no Jornal Nacional facilita sua vida? O que você chama de informalidade eu chamo de adaptação ao tempo em que vivemos. A adequação da linguagem faz com que haja empatia com o espectador. Quando há empatia, fica mais fácil comunicar-se.

Sentiu falta do diálogo com William Bonner ao escrever o livro? Bonner e Renata (Vasconcellos) são grandes colegas. Aprendo muito com eles. Mas o que vai ao ar no Jornal Nacional é uma pequena parte do meu trabalho. Passo mais tempo com os meteorologistas, preparando-me para traduzir a previsão da melhor forma.

  • Afinal, como será o verão no Sul e no Sudeste? Não devemos esperar aquele calorão do verão passado. Estávamos sob a influência do menino danado, El Niño. E bota danado nisso. Foi um dos fenômenos mais fortes da história. Agora, quem entrou em cena foi a levada da La Niña. Ela deve deixar as temperaturas dentro da média ou ligeiramente abaixo no Sudeste. Também é possível que tenhamos vários dias nublados e com chuva, o que pode frustrar as férias de muita gente.

    Em que pé está a denúncia do episódio de racismo que envolveu seu nome no Facebook? O caso está na Justiça e os acusados já viraram réus em uma ação penal.

    Alguns veem a garota do tempo quase como sex symbol do jornalismo. Isso lhe agrada ou a perturba? Sex symbol? Onde isso? Em casa não vi mudança nenhuma. Mas compreendo a sua pergunta: as pessoas tendem a glamourizar o jornalismo, principalmente o telejornalismo. Mas o que existe é trabalho, trabalho e trabalho.

    Ser garota do tempo já deu margem a cantadas “meteorológicas”? Não.

    Ficou chateada por ser apontada como o pivô da separação de William Bonner? Apontada como pivô da separação? Você deve estar se referindo a uns poucos sites de fofoca sem credibilidade. De toda maneira, achei essa inverdade um desrespeito comigo, com Agostinho, meu marido, com Bonner e Fátima. Mas aprendi que pessoas públicas estão sujeitas a isso.

    Majú Coutinho, apresentadora do Tempo na Rede Globo
    Majú Coutinho, apresentadora do Tempo na Rede Globo.
    Foto Cesar Alves/Rede Globo
    Data:11/06/2016 Cesar Alves/TV Globo
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