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Bela Gil: proibida para baixinhos

Após cena de consumo de chá de 'ayahuasca' no programa 'Bela Raízes', Ministério da Justiça muda classificação etária da atração

Por Fernanda Thedim Atualizado em 12 ago 2019, 11h04 - Publicado em 9 ago 2019, 07h00

Sempre entusiasta das coisas da natureza, a nutricionista e cozinheira Bela Gil exibiu em julho, em seu programa Bela Raízes, a participação dela em um ritual indígena que incluiu o consumo de chá de ayahuasca — uma das “melhores experiências” de sua vida. O Ministério da Justiça não perdoou: mudou a classificação etária de “livre” para “não recomendado para menores de 12 anos”. Tomar o chá alucinógeno é permitido em rituais espirituais, mas o ministério, em sua justificativa, alega que Bela não estava ali na condição de indígena e ainda por cima cometeu “uma valorização de conteúdo negativo”. Gerente-geral do canal Futura, onde o programa é exibido, João Alegria evita polêmica: “É comum que existam diferentes pontos de vista sobre essas questões”.

Com Jana Sampaio

Publicado em VEJA de 14 de agosto de 2019, edição nº 2647

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