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Desfile da À La Garçonne vira caso de polícia

Estilista não pagou cachê para parte das modelos que apresentaram a sua coleção

Por João Batista Jr. Atualizado em 17 ago 2018, 15h46 - Publicado em 16 ago 2018, 23h47

Na segunda-feira 13, os estilistas Alexandre Herchcovitch e Fábio Souza apresentaram a nova coleção — lindíssima, aliás — da marca À La Garçonne, no Masp, em São Paulo. No fim do desfile, o barraco trabalhista tomou o lugar do glamour da moda. O Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado de São Paulo (Sated) chamou a polícia para averiguar denúncias de que modelos haviam desfilado sem receber cachê. “Algumas meninas vieram de Maceió e do interior de São Paulo, bancando os custos com a ilusão de ficarem famosas”, diz Dorberto Carvalho, presidente da entidade. Algumas foram pagas, mas houve de fato aquelas que subiram à passarela só na expectativa de projetar o nome e o rosto — e que nem sequer tinham registro profissional. O cachê de tabela de uma modelo iniciante é 800 reais, porém a prática de desfilar sem receber não é incomum no meio.

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