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A segurança de Laura Pigossi, dona de medalha olímpica inédita

Tenista volta às quadras na próxima semana, no Equador, cheia de confiança: 'Trabalho com uma psicóloga desde os 9 anos'

Por Cleo Guimarães Atualizado em 22 out 2021, 10h04 - Publicado em 23 out 2021, 09h00
Laura Pigossi
Laura Pigossi @laurapigossi/Instagram

Ah, a importância de estar mentalmente saudável. Laura Pigossi, 27 anos, passou a lidar com uma dose extra de pressão depois de conquistar, ao lado de Luisa Stefani, a única medalha olímpica do tênis brasileiro em toda a história dos Jogos. O bronze em Tóquio levou o país a outro patamar no esporte, multiplicou por dez seus seguidores no Instagram e a alçou à condição de favorita nas competições que vieram a seguir.

Em meio a tudo isso, Laura está “de boa” — tanto que venceu o Torneio de Lima, dias atrás, e volta às quadras na próxima semana, no Equador, cheia de confiança. “Trabalho com uma psicóloga desde os 9 anos e sei que o tênis é um esporte em que você perde muito mais do que ganha”, diz a atual número 2 do Brasil.

Publicado em VEJA de 27 de outubro de 2021, edição nº 2761

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