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A brigona redimida e a musa do capim

Demitida da Gaviões da Fiel, Tati Minerato se reencontra com Sabrina Sato na Vila Isabel

Por João Batista Jr. - 8 Mar 2019, 07h00

No ano passado, a dançarina Tati Minerato foi demitida do posto de rainha de bateria da Gaviões da Fiel — o “cargo” pode não render nem um tostão, mas perdê-lo implica o trauma da saída forçada da vitrine dos desfiles. A razão da medida radical: ela causou o maior teretetê ao se engalfinhar com uma passista rival durante um ensaio da escola corintiana. Ainda que de nobreza menor, uma nova, digamos, posição foi conquistada neste ano: ela virou destaque de ala da agremiação carioca de Vila Isabel. “Fiquei muito triste por ser afastada, mas nada como um dia após o outro”, disse Tati na concentração da Sapucaí, com sua boca cheia de chamativos dentes de porcelana. Antes da efetivação da brigona, a diretoria da escola consultou Sabrina Sato (à dir.), rainha de bateria titular do pedaço, para saber o que ela achava da ideia. Sabrina aprovou — as duas conviveram na quadra da Gaviões, escola onde hoje Sabrina também ocupa o posto de rainha. Sobre sua fantasia da Maria Fumaça, Sabrina recita a previsível cartilha da sustentabilidade: “Esse meu costeiro é feito de capim, meu bem”.

Publicado em VEJA de 13 de março de 2019, edição nº 2625

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