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Nova Temporada Por Fernanda Furquim Este é um espaço dedicado às séries e minisséries produzidas para a televisão. Traz informações, comentários e curiosidades sobre produções de todas as épocas.

Notas de falecimentos de setembro e outubro de 2015

SETEMBRO Judy Carne (1939-2015) Atriz da sitcom O Sótão e do humorístico Laugh-In, Judy Carne faleceu no dia 3 de setembro, na Inglaterra, aos 76 anos de idade, vítima de pneumonia. Joyce Audrey Botterill nasceu no dia 27 April de 1939, em Northampton, Inglaterra. Ela iniciou carreira artística na adolescência no teatro e na TV […]

Por Fernanda Furquim Atualizado em 1 dez 2016, 18h09 - Publicado em 5 nov 2015, 05h04

SETEMBRO

Judy Carne com Pete Duel em 'O Sótão' (Foto:

Judy Carne com Pete Duel em ‘O Sótão’ (Foto: ABC/reprodução)

Judy Carne (1939-2015)

Atriz da sitcom O Sótão e do humorístico Laugh-In, Judy Carne faleceu no dia 3 de setembro, na Inglaterra, aos 76 anos de idade, vítima de pneumonia.

Joyce Audrey Botterill nasceu no dia 27 April de 1939, em Northampton, Inglaterra. Ela iniciou carreira artística na adolescência no teatro e na TV britânica com participações em episódios de Danger Man e The Rag Trade.

No início da década de 1960, ela se mudou para os EUA, onde estrelou a sitcom Fair Exchange, produzida entre 1962 e 1963. Na história, as filhas adolescentes de dois veteranos de guerra, que permaneceram amigos após o conflito, fazem um intercâmbio. A filha do ex-oficial britânico vai morar na casa do militar americano; e a filha deste vai para a Inglaterra. A série teve apenas onze episódios produzidos.

Entre 1966  1967, ela estrelou a sitcom O Sótão/Love on a Rooftop, ao lado de Pete Duel (já falecido). Os dois interpretam recém casados que, com pouco dinheiro, vivem no sótão de um prédio. A série teve apenas 26 episódios produzidos. Judy e Pete voltariam a trabalhar juntos em um episódio da série em que ele estrelou na década de 1970, Smith & Jones.

O sucesso veio com o humorístico Laugh-In, produzido entre 1967 e 1973, no qual integrou o elenco entre 1968 e 1970. Fazendo uso de piadas que mencionavam drogas, sexo e questões políticas, o programa foi alvo constante da censura do canal.

Ao longo de sua carreira, ela também esteve em episódios de Bonanza, Dr. Kildare, Gidget, Inferno nos Céus/12 O’Clock High, Gunsmoke, O Show de Patty Duke, Big Valley, Agente da UNCLE, Jeannie é um Gênio, Alma de Aço/Run For Your Life, The Baileys of Balboa, Glenn Ford e a Lei/Cade’s County, O Jogo Perigoso do Amor/Love American Style, Têmpera de Aço/Ironside, Police Woman, Anjo Negro/Get Christie Love e a minissérie QB VII, entre outras produções.

Judy em 1993 (Foto: Ron Galella, Ltd./WireImage)

Judy em 1993 (Foto: Ron Galella, Ltd./WireImage)

Após deixar o elenco de Laugh-In, a atriz tentou investir em uma carreira no teatro americano, mas acabou se envolvendo com drogas, especialmente a heroína, que a levaram a ter problemas com a justiça. Presa várias vezes por posse de drogas, Judy começou a perder oportunidades de trabalho.

Judy foi casada duas vezes. A primeira com o ator Burt Reynolds, entre 1963 e 1965. Em sua autobiografia, publicada em 1985, a atriz revela que Burt era um marido abusivo. Seu segundo casamento foi com o produtor Robert Bergman, entre 1970 e 1978, que também terminou em divórcio. Os dois permaneceram amigos. Ela ainda teve vários relacionamentos extra-conjugais.

Em 1978, Judy sofreu um grave acidente de carro, que quase lhe custou a vida. Nesta época que ela já tinha voltado a morar na Inglaterra, onde se apresentava ocasionalmente em bares e casas de show. A atriz vivia quase reclusa nas últimas décadas.

 

Pat Woodell em 1963 (Foto:  Michael Ochs Archives/Getty)

Pat Woodell em 1963 (Foto: Michael Ochs Archives/Getty)

Pat Woodell (1944-2015)

Atriz da sitcom Peticoat Junction, Pat Woodell faleceu no dia 29 de setembro, aos 71 anos de idade, vítima de câncer.

Patricia Joy Woodell nasceu no dia 12 de julho de 1944, em Massachusetts. Sonhando em se tornar cantora, ela fez várias apresentações em hotéis da região antes de iniciar sua carreira como atriz, quando assinou um contrato com a Warner Brothers.

Ao longo de sua curta carreira, ela foi vista em episódios de Cheyenne, Hawaiian Eye, The Gallant Man, 77 Sunset Strip, Os Monstros, Bright Promises e o remake de Perry Mason da década de 1970. Mas ela é mais conhecida do público de séries clássicas por seu trabalho em Peticoat Junction.

Produzida entre 1963 e 1970, com um total de 222 episódios, a série acompanhou a vida de Kate Bradley (Bea Benaderet), proprietária de um hotel em uma zona rural americana. No local também trabalhavam o Tio Joe (Edgar Buchanan) e as filhas de Kate, Betty Jo (Linda Kaye Henning), Bobbi Jo (interpretada por Woodell) e Billie Jo (Jeannine Riley). Seu sucesso levou a série a gerar uma spinoff, que recebeu o nome de O Fazendeiro do Asfalto/Green Acres.

Quando Benaderet faleceu em 1968, a rede CBS decidiu manter a produção da série. Em seu lugar entrou a atriz June Lockhart (Perdidos no Espaço), interpretando uma médica que atendia seus pacientes no hotel e servia como figura materna para as irmãs Bradley. A série durou mais dois anos antes de ser cancelada em 1970, época em que a maioria das séries rurais estavam sendo retiradas do ar para dar lugar às comédias situadas em cidades grandes. Em seu lugar, a rede CBS começou a exibir Mary Tyler Moore.

Elenco de 'Peticoat Junction' (Foto: CBS/Arquivo)

Elenco de ‘Peticoat Junction’ (Foto: CBS/Arquivo)

Woodell permaneceu no elenco de Peticoat Junction por apenas duas temporadas, entre 1963 e 1965, deixando a série para investir em uma carreira de cantora. Ela chegou a lançar um álbum e a fazer turnês com Jack Benny, mas sem sucesso. Após fazer várias participações especiais na TV, Woodell se afastou da carreira artística em 1973. Ela passou a trabalhar com organizações de seminários e, mais tarde, foi sócia em uma firma de consultoria. Woodell se aposentou em 2013.

Ela foi casada duas vezes. A primeira com o ator Gary Clarke (Hondo, O Homem de Virgínia), entre 1964 e 1977. A relação terminou em divórcio. Desde 1978 ela estava casada com Vern McDade.

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No mês de setembro também faleceram os atores Martin Milner, Jack Larson, Catherine E. Coulson e Dean Jones.

 

OUTUBRO

Al Molinaro em 'Happy Days' (Foto: ABC/Arquivo)

Al Molinaro em ‘Happy Days’ (Foto: ABC/Arquivo)

Al Molinaro (1919-2015)

Conhecido pelos fãs de séries por ter interpretado Big Al, o dono da lanchonete onde Fonzie (Henry Winkler) e seus amigos se reuniam em Happy Days, o ator Al Molinaro faleceu no dia 30 de outubro, aos 96 anos de idade, de infecção causada por pedras na vesícula.

Umberto Francesco Molinaro nasceu no dia 24 de junho de 1919, no Wisconsin. Filho de imigrantes italianos, ele adotou o nome artístico de Albert Francis Molinaro na década de 1940, quando se mudou para Los Angeles para tentar a sorte. Lá, ele arranjou diversos trabalhos para se sustentar enquanto sua carreira artística não começava.

Neste meio tempo, juntou dinheiro para abrir seu próprio negócio. Mais tarde, passou a investir no ramo imobiliário, adquirindo imóveis para locação. Uma de suas propriedades foi vendida para um conglomerado para a construção de um shopping center, o que garantiu a Al dinheiro suficiente para se sustentar e investir em sua carreira artística.

Molinaro com Tony Randall em 'The Odd Couple' (Foto: ABC/Arquivo)

Molinaro com Tony Randall em ‘The Odd Couple’ (Foto: ABC/Arquivo)

Ele estreou na TV na década de 1960, fazendo participações especiais em episódios de séries de TV. Ao longo dos anos, ele foi visto em Os Audaciosos/The Name of the Game, Agente 86, O Fazendeiro do Asfalto, A Feiticeira, Que Garota!, O Jogo Perigoso do Amor, Laverne & Shirley, O Barco do Amor, A Ilha da Fantasia, Punky a Levada da Breca e Step By Step, entre outras.

Entre 1970 e 1975, ele integrou o elenco de sua primeira série, The Odd Couple, adaptação da peça de Neil Simon que tem, atualmente, um remake sendo exibido pela rede CBS. Al interpretou o policial Murray, em participações recorrentes.

O sucesso veio com Happy Days, produzida entre 1974 e 1984. Acompanhando a rotina de jovens adolescentes iniciando sua vida adulta no interior dos EUA na década de 1950, a sitcom se tornou um clássico da TV americana. Al interpretou o dono da Arnold’s, uma lanchonete onde os rapazes costumavam se reunir.

O ator teve participações recorrentes na série até 1982, quando foi transferido para o elenco de Joanie Loves Chachi, spinoff de Happy Days que acompanhou a vida da irmã de Richie (Ron Howard), Joanie (Erin Moran), que se muda para Chicago com Chachi (Scott Baio), primo de Fonzie, que tentavam se lançar na carreira musical. A série durou apenas duas temporadas.

Elenco de 'Happy Days' (Foto: ABC/Arquivo)

Elenco de ‘Happy Days’ (Foto: ABC/Arquivo)

Dizem que foi Molinaro quem sugeriu aos produtores de Happy Days o nome de Robin Williams para interpretar o alienígena Mork, personagem introduzido na série o qual, mais tarde, estrelou sua própria produção, que por sua vez lançou a carreira de Williams.

Molinaro se aposentou da carreira artística na década de 1980, mas retornou ao trabalho em 1990 para integrar o elenco de The Family Man, sitcom sobre um bombeiro viúvo que tenta educar seus quatro filhos com a ajuda do sogro, interpretado por Molinaro. A série teve apenas uma temporada produzida.

Ele voltou a se aposentar na década de 2000, após várias participações em comerciais de TV.

O ator foi casado duas vezes. A primeira entre 1948 e 1980 com Jacqueline Martin, com quem teve um filho, Michael Molinaro. Em 1981, ele se casou com Betty Farrell, com quem ainda vivia.

 

Barbara Meek  em 1986 (Foto: Michael Ochs Archives/Getty)

Barbara Meek em 1986 (Foto: Michael Ochs Archives/Getty)

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Barbara Meek (1934-2015)

Atriz da série Archie Bunker’s Place, sequência de Tudo em Família, a atriz Barbara Meek faleceu no dia 3 de outubro, aos 81 anos de idade, vítima de parada cardíaca.

Barbara Anita Meek nasceu no dia 26 de fevereiro de 1934, em Detroit, Michigan. Ela estudou arte dramática unindo-se ao grupo teatral Trinity Square Repertory Theatre em 1968. Ela permaneceu membro deste grupo teatral até sua morte.

Barbara fez poucos trabalhos na TV, onde começou a atuar na década de 1970. A atriz tem em seu currículo três séries. A primeira é Archie Bunker’s Place, série que deu sequência à sitcom Tudo em Família. Na história, Archie (Carroll O’Connor), agora proprietário de um bar/restaurante, precisa lidar com a morte de Edith (Jean Stampleton), que ocorreu no início da segunda temporada. Com ele vive Stephanie (Danielle Brisebois), uma menina de dez anos, sobrinha de Edith. Para ajudá-lo a cuidar da menina e da casa, ele contrata uma empregada doméstica, Ellen, interpretada por Barbara.

Barbara em 'Archie Bunker's Place' (Foto: CBS/Arquivo)

Barbara em ‘Archie Bunker’s Place’ (Foto: CBS/Arquivo)

Em 1986, ela integrou o elenco de Melba, sitcom estrelada pela atriz e cantora Melba Moore. A história narra a vida de Melba, uma mãe divorciada que precisa dividir seu tempo entre o trabalho e os cuidados de sua filha de nove anos (Jamila Perry). Barbara interpretou a mãe de Melba, que cuidava da casa. A sitcom teve apenas seis episódios produzidos.

Entre 1990 e 1994, ela esteve em Big Brother Jake, sitcom que acompanhou a vida de Jake Rozzner (Jake Steinfeld), um ex-dublê de filmes que volta a morar na casa de sua mãe adotiva (interpretada por Barbara) para ajudá-la a cuidar de seus filhos de criação quando ela fica viúva.

A atriz foi casada com o ator Martin Molson entre 1968 e 1980, ano em que ele faleceu.

 

Bruce Hyde em 'Jornada nas Estrelas' (Foto: Reprodução)

Bruce Hyde em ‘Jornada nas Estrelas’ (Foto: CBS/Reprodução)

Bruce Hyde (1941-2015)

Ator convidado de séries produzidas na década de 1960, Bruce Hyde é conhecido dos fãs de produções clássicas por ter interpretado o Tenente Kevin Riley em dois episódios de Jornada nas Estrelas. O ator faleceu no dia 13 de outubro, aos 74 anos de idade, vítima de câncer na garganta.

R. Bruce Hyde nasceu no dia 14 de setembro de 1941, em Dallas, Texas. Ele iniciou sua carreira como ator, atuando em peças teatrais e produções televisivas na década de 1960. Ao longo de sua curta carreira artística, ele foi visto em episódios de The Trials of O’Brien, Dr. Kildare, Que Garota!, A Família Buscapé, além da já citada Jornada nas Estrelas, nos clássicos episódios A Consciência do Rei e Tempo de Loucura.

Ele se afastou da carreira de ator na década de 1970, após participar da montagem do musical Hair, em São Francisco. Nesta época, adotou o estilo de vida hippie, trabalhando como pintor de casas por quase dez anos. Mais tarde, trabalhou na área de recursos humanos de uma empresa que trabalhava com reformas de casa.

No final da década, Hyde voltou para a faculdade e, nos anos de 1980, foi diretor artístico do Theatre L’Homme Dieu, em Alexandria, Minnesota. No início da década de 1990, Hyde começou a dar aulas de interpretação na St. Cloud State University, de Minnesota, onde também assumiu o Departamento de Estudos de Cinema e Teatro, bem como o Departamento de Comunicação.

Bruce Hyde em foto mais recente.

Bruce Hyde em foto mais recente. (Foto: St. Cloud State University)

Neste meio tempo, ele continuou atuando no teatro local, como montagens de Doze Homens e uma Sentença/12 Angry Men, The Rainmaker, A Morte de um Caixeiro Viajante e Of Mice and Men.

Em 2010, ele foi diagnosticado com câncer na garganta, o que o levou a se afastou da carreira de ator. A doença retornou no início deste ano, forçando Hyde a se afastar também dos seus trabalhos na Universidade.

Ele se casou com a Dra. Susan M. Saetre em 1995, com quem ainda vivia. Ele deixa dois enteados, filhos de Susan.

 

Marty Ingels em 1969 (Foto: Metro-Goldwyn-Mayer/Arquivo)

Marty Ingels em 1969 (Foto: Metro-Goldwyn-Mayer/Arquivo)

Marty Ingels (1936-2015)

Ator convidado de séries de TV, Marty Ingels faleceu no dia 21 de outubro, aos 79 anos de idade, vítima de derrame.

Martin Ingerman nasceu no dia 9 de março de 1936, em Nova Iorque, filho de um casal de judeus. Após o serviço militar, Martin se interessou pela vida artística. Trabalhou em montagens teatrais regionais antes de se mudar para a Califórnia em busca de mais oportunidades. Atuou durante alguns anos na Pasadena Playhouse.

O ator chegou na TV no final da década de 1950, fazendo participações em programas de game shows, teleteatros e séries de TV. Ao longo de sua carreira, foi visto em episódios de Manhunt, Os Aquanautas, Pete & Gladys, Hennesey, Comédias Dick Van Dyke, A Lei de Burke, A Família Addams, A Feiticeira, Banacek, Os Novatos, Adam-12 e seu remake, Os Novos Centuriões, CHiPs, O Barco do Amor, Família, remake de Os Monstros, Assassinato por Escrito, Chefe Burke, SOS Malibu/Baywatch, Walker Texas Ranger, Plantão Médico/ER, CSI e New Girl, entre outras.

'I'm Dickens, He's Fenster'

‘I’m Dickens, He’s Fenster’ (Foto: ABC/Arquivo)

Entre 1962 e 1963, ele estrelou a sitcom I’m Dickens, He’s Fenster, sobre dois carpinteiros, um solteiro e um casado. Em 1967, o ator integrou o elenco da sitcom The Pruitts of Southampton, sobre uma família rica que tenta manter o status embora esteja falida. Neste meio tempo, inventam diversos esquemas para conseguir dinheiro fácil, enquanto alugam quartos para inquilinos. Entre eles, o personagem de Marty, um faz-tudo. Durante a produção de sua única temporada, a série mudou o nome para The Phyllis Diller Show.

As duas últimas séries em que Marty atuou no elenco fixo foram produções animadas. A primeira, entre 1969 e 1971, é  Zé Bolha e Juca Bala/Motormouse and Autocat, sobre um gato que constrói carros velozes para capturar um ratinho ás da motocicleta. Marty dublava Juca Bala, o rato. A outra produção é Pac-Man, em 1982. A história acompanhava a vida de Pac-Man, dublado por Marty, e sua família vivendo em Paclândia.

Marty em 2015

Marty em 2015 (Foto: Michael Tullberg/Getty)

Considerado um excêntrico, Marty chegou a dizer em entrevistas que durante anos sofreu de ataques de pânico e de agorafobia (medo de lugares públicos), o que teriam provocado o fim de sua carreira como stand-up comedian. Em função disso, ele passou por um tratamento médico e teve problemas financeiros.

Na década de 1970, ele fundou a Ingels Inc., agência de celebridades para comerciais. Através dela, ele agenciou trabalhos em publicidade para nomes como Cary Grant, John Wayne, Orson Welles, Farrah Fawcett e outros. Em 1993, Marty processou uma de suas clientes, a atriz June Allyson, que não teria pago sua comissão quando fez um comercial de fraudas para adultos. Allyson negou que devia dinheiro a Marty e ainda o acusou de assediá-la, ligando para sua casa mais de cem vezes em um espaço de oito horas. Marty foi condenado a trabalhos comunitários em uma casa de repouso, onde ele entretinha os idosos.

Ele foi casado duas vezes. A primeira com Jean Marie Frassinelli, entre 1964 e 1966. A relação terminou em divórcio. Em 1977, ele se casou com a atriz Shirley Jones (A Família Dó-Ré-Mi), com quem ainda vivia. O ator não teve filhos.

Em 1990, ele e Shirley publicaram sua autobiografia, Shirley & Marty: An Unlikely Love Story.

 

Ralph Richeson (1952-2015)

Ralph em 'Deadwood' (Foto: HBO/Arquivo)

Ralph em ‘Deadwood’ (Foto: HBO/Arquivo)

Ator de Deadwood, Ralph Richeson faleceu no dia 27 de outubro, aos 63 anos de idade, de insuficiência cardíaca.

Richeson nasceu no dia 6 de julho de 1952, no interior de Indiana.

Poucas informações foram divulgadas sobre sua vida. O que se sabe é que ele era um figurante em Deadwood, faroeste da HBO.

Richeson em foto recente

Richeson em 2006 (Fofto: Frederick M. Brown Getty)

Ele  chamou a atenção de David Milch, criador e produtor da série, que criou um personagem especialmente para ele, a do cozinheiro Pete Richardson, que trabalhava no Grand Central Hotel, de propriedade de E.B. Farnum (William Sanderson).

O ator ainda teve participação especial em um episódio de Parks and Recreation.

Além de ator, Richeson também era pintor.

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No mês de outubro também faleceu o escritor sueco Henning Mankell, criador do detetive Kurt Wallander, personagem que ganhou duas séries de TV, uma na Suécia e outra na Inglaterra, com o título de Wallander.

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