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Sensacionalista Por Redação Isento de verdade

Brincadeira popular entre famílias no Natal será o coronavírus-oculto

Não vale enfiar cotonete no cérebro, porque o exame demora

Por Sensacionalista Atualizado em 23 dez 2020, 11h52 - Publicado em 24 dez 2020, 06h00

Boa parte das famílias brasileiras optou por uma noite de Natal virtual. A lista de vantagens não é pequena. Ninguém vai brigar pelas coxas do peru nem pelos poucos fios de ovos. Dá pra “mutar” a tia chata que pergunta se os jovens estão de namorado novo e as piadas do tio do pavê. E quem quiser pode deixar uma foto no Zoom e ir dormir ou beber sozinho.

Já as famílias que resolveram fazer uma grande ceia substituíram o tradicional ami­go-oculto por outra brincadeira: descobrir qual parente tem o coronavírus-oculto. Não vale enfiar cotonete no cérebro, porque o exame demora. Nem medir a febre. Até porque sempre tem aquele primo que acha que o termômetro afeta sua glândula pineal e altera seu DNA.

Publicado em VEJA de 30 de dezembro de 2020, edição nº 2719

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