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Rio Grande do Sul Por Veja correspondentes Política, negócios, urbanismo e outros temas e personagens gaúchos. Por Paula Sperb, de Porto Alegre

Gestante espera por quadrigêmeos em produção independente

Probabilidade de inseminação artificial gerar um filho era de apenas 25%. Processo resultou em quatro bebês

Por Paula Sperb - Atualizado em 2 ago 2017, 14h58 - Publicado em 2 ago 2017, 11h26

Quando a administradora de empresas Luciane Carvalho, de 37 anos, decidiu que faria uma inseminação artificial para ter seu primeiro filho, o médico informou que as chances de sucesso seriam de 25%.

Solteira e convicta de que teria um filho sozinha caso não encontrasse o parceiro ideal, a gaúcha ficou preocupada com a probabilidade baixa de gravidez, mesmo após o tratamento para fertilidade.

“Acreditava ser mais assertivo [o procedimento] e acabei ficando com muitas dúvidas se daria certo ou não. Soube de relatos de mulheres que fizeram algumas tentativas sem sucesso, o que me deixava mais aflita”, escreveu no site que criou para compartilhar sua experiência.

As chances de ter gêmeos (ela própria tem um irmão gêmeo) eram ainda menores, apenas de 6%. Porém, o resultado positivo de gravidez trouxe junto uma segunda surpresa: quadrigêmeos.

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A moradora de Alvorada, município da região metropolitana de Porto Alegre será mãe de Nicolas, Antonella, Valentina e Sofia. “Foi um susto. No começo apareciam apenas três bebês. Quando o médico confirmou os quatro, foi um choque. Mas uma alegria muito grande”, contou a VEJA.

Além da vontade de ser mãe, Luciane queria que o pai, que sofre de uma doença grave, pudesse conhecer o futuro neto.

Luciane está internada no hospital Mãe de Deus, na capital, em repouso absoluto. A administradora conta com o apoio dos pais, dos irmãos e amigos.

Ela já montou o enxoval para cada um dos bebês e recebeu doações suficientes para o quarteto. “Sou muito agradecida por tanto carinho”, disse à reportagem.

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