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Com cordão humano, assalto a banco termina em morte de refém

Crime ocorreu em Arvorezinha, cidade do interior gaúcho de apenas 11.000 habitantes; quadrilha roubou Caixa e Banco do Brasil e fugiu com moradores reféns

Um refém foi morto durante assaltos a dois bancos em Arvorezinha, município de apenas 11.000 habitantes no Rio Grande do Sul, no início desta tarde. O método de usar reféns para formar um cordão humano nesse tipo de crime, durante a semana de pagamento dos salários, tem se tornado comum no estado.

Os criminosos assaltaram o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal – a cidade tem quatro agências bancárias. Em frente à Caixa, a quadrilha obrigou os moradores a formarem um cordão humano como reféns para que pudessem se proteger. Na fuga, eles foram levados por assaltantes e depois abandonados em um matagal. Um deles foi encontrado morto ao lado de um carro abandonado, de acordo com relato a VEJA da Brigada Militar, a PM gaúcha. De acordo com a Polícia Civil, a vítima foi identificada como Gelson Caproski, de 33 anos. Não se sabe qual valor foi roubado dos bancos. Os ladrões fugiram e são procurados pela polícia.

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Ao longo do ano, foram pelo menos outros seis assaltos a banco em cidadezinhas do interior do Rio Grande do Sul com as mesmas características. Esses assaltos foram cometidos nas semanas de pagamento dos trabalhadores, sempre com os criminosos usando cordão humano como proteção. Como são locais pacatos, normalmente, o número de policiais é pequeno. Em 2017, crimes semelhantes ocorreram nos municípios de Fontoura Xavier, Taquari, Encruzilhada do Sul, Progresso, Putinga e Pouso Novo.

Em outubro, a Operação Tríade, da Delegacia de Polícia de Repressão a Roubos, do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), prendeu um dos envolvidos no assalto de Fontoura Xavier, que também fez reféns com cordão humano. Segundo informações divulgadas à época, os assaltos eram chefiados por três líderes de dentro de cadeias.

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  1. Por quê esses assaltos se concentram somente em agencias Caixa e BB ?

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  2. Nao me lembro destas operacoes terroristas em agencias do Itau, Bradesco ou Santander.

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