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VEJA 6 – Especial AF 447 – O que já dizem os corpos

As primeiras vítimas resgatadas do mar têm agora uma última e nobre missão: fornecer, através do exame de  seus corpos por especialistas, informações preciosas sobre o que causou a tragédia. Como os doadores de  órgãos, elas sobreviverão nas vidas que vão ajudar a salvar Leonardo Coutinho, do Recife Roberto Candia/AP RESGATADO DO MAR Corpo de […]

Por Reinaldo Azevedo - Atualizado em 22 fev 2017, 15h51 - Publicado em 13 jun 2009, 07h02

As primeiras vítimas resgatadas do mar têm agora uma última e nobre missão: fornecer, através do exame de  seus corpos por especialistas, informações preciosas sobre o que causou a tragédia. Como os doadores de  órgãos, elas sobreviverão nas vidas que vão ajudar a salvar


Leonardo Coutinho, do Recife

Roberto Candia/AP
RESGATADO DO MAR
Corpo de uma vítima do voo 447 chega ao aeroporto do Recife: o avião caiu com 228 pessoas a bordo

A dor irreparável das famílias das vítimas do Airbus da Air France que caiu no meio do Atlântico tem um contraponto na nobreza da derradeira missão de seus entes queridos. Resgatados do mar e examinados por especialistas, seus corpos começaram a fornecer informações preciosas sobre as circunstâncias em que se deu a tragédia do Airbus da Air France, com 228 pessoas a bordo, há duas semanas. Como ocorre em todos os desastres aéreos, essas informações vão se transformar em lições para que se construam aviões mais seguros. As vítimas do voo 447, assim como os doadores de órgãos, continuarão a viver nas vidas que ajudarão a salvar. As perguntas para as quais já se encontraram respostas, ainda que parciais, incluem algumas das que mais angustiam os parentes das vítimas. De que maneira os passageiros e tripulantes morreram? Teriam eles sofrido? Na semana passada, à medida que as equipes de resgate recolhiam do mar os corpos das vítimas e os destroços da aeronave, essas questões começaram a ser esclarecidas. Aqui

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