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Reinaldo Azevedo Por Blog Blog do jornalista Reinaldo Azevedo: política, governo, PT, imprensa e cultura

Veja 5 – Escrevo sobre “O Maior Amor do Mundo”

Taís Araújo (Luciana) e José Wilker (Antônio) no filme O Maior Amor do Mundo, de Cacá Diegues Na Veja desta semana, escrevo sobre o filme O Maior Amor do Mundo, de Cacá Diegues, que estreou na quinta-feira. Seguem trechos e link: “O filme (…) prova que, ‘nestepaiz’, só o individualismo é mais pecaminoso do que […]

Por Reinaldo Azevedo Atualizado em 31 jul 2020, 23h14 - Publicado em 9 set 2006, 06h22
Taís Araújo (Luciana) e José Wilker (Antônio) no filme O Maior Amor do Mundo, de Cacá Diegues

Na Veja desta semana, escrevo sobre o filme O Maior Amor do Mundo, de Cacá Diegues, que estreou na quinta-feira. Seguem trechos e link: “O filme (…) prova que, ‘nestepaiz’, só o individualismo é mais pecaminoso do que o lucro. A idéia de que o indivíduo é responsável por seus atos ofende os órfãos pidões, tutelados pelo Estado. No filme, o astrofísico Antonio (José Wilker), de volta ao Brasil depois de fazer carreira nos Estados Unidos, visita o pai adotivo num asilo e obtém pistas de sua mãe verdadeira. O útero é metáfora da pátria. Ele está com câncer e quer unir as duas pontas da vida. Na busca, o racionalista e um tanto apatetado Antonio se apaixona pela suburbana sensual Luciana (Taís Araújo). O clichê celebra sua vitória (…). Não se denunciam mazelas, a exemplo do que fazia o antigo Centro Popular de Cultura (CPC), da União Nacional dos Estudantes. Elas são antes uma verdade afirmativa. O CPC cantava ‘feio não é bonito’, ‘o morro existe, mas pede para se acabar’. Hoje, o morro reivindica identidade. Uma certa Central Única das Favelas (Cufa) fornece mão-de-obra e metafísica a Diegues. Queremos ser conscientizados pelo oprimido. No livro Genealogia da Moral, o filósofo alemão Nietzsche vê no servo que reivindica o direito de falar como servo o fim da civilização.” Clique aqui para ler mais
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